Ciclo referente aos fechamentos de setembro/2026
Terceiro fechamento oficial e, finalmente, o ranking mexeu: a Sou Poupadora (+7,49%) furou os R$500 mil e subiu de divisão, o Investidor Ansioso escorregou por R$3.298 para fora do "Um ser livre" e o Sr. Finanças Globais ressuscitou com a Solana e voltou a passar o Investidor Urbano. Também estreia na turma o The Kronos Trader, direto no 12º lugar. O Caminho Para o Topo não fez o fechamento de setembro (só a renda passiva) e leva um cartão amarelo: segue no 2º lugar com o saldo de agosto, mas o juiz está de olho. De resto, o clima foi de eleição, bets proibidas por canetada e um monte de gente reclamando do Brasil com o extrato no azul.
Ranking Geral
Adeus escravidão — Acima de R$ 5.200.000,00
Nenhum blog nesta faixa neste ciclo.
Um ser livre — Entre R$ 2.500.000,00 e R$ 5.200.000,00
| Pos. | Blog | Valor |
|---|---|---|
| 1º | Neto Financista do Velho Barreiro | R$ 4.852.734,00 |
| 2º | 🟨 Caminho Para o Topo | R$ 3.623.282,79 (último fechamento: agosto) |
Livrando das algemas — Entre R$ 1.000.000,00 e R$ 2.500.000,00
| Pos. | Blog | Valor |
|---|---|---|
| 3º | Investidor Ansioso | R$ 2.496.701,41 |
| 4º | Mendigo Investidor | R$ 2.451.269,00 |
| 5º | Investindo Desde 2012 | R$ 2.029.146,00 |
| 6º | Caminhando e Poupando | R$ 1.320.293,81 |
| 7º | Maluco Beleza Finanças | R$ 1.135.935,00 |
No caminho da felicidade — Entre R$ 500.000,00 e R$ 1.000.000,00
| Pos. | Blog | Valor |
|---|---|---|
| 8º | Poupador do Interior | R$ 795.711,32 |
| 9º | Investidor +30 | R$ 645.817,46 |
| 10º | Sou Poupadora | R$ 515.838,82 |
Subindo o primeiro degrau — Entre R$ 100.000,00 e R$ 500.000,00
| Pos. | Blog | Valor |
|---|---|---|
| 11º | Bilionário do Zero | R$ 261.989,73 |
| 12º | The Kronos Trader | R$ 246.526,10 |
| 13º | Soldado do Milhão | R$ 144.896,72 |
Amador — Entre R$ 0,00 e R$ 100.000,00
| Pos. | Blog | Valor |
|---|---|---|
| 14º | Sr. Finanças Globais | ~R$ 59.000,00 |
| 15º | Investidor Urbano | ~R$ 43.168,00 |
Um ser livre — Entre R$ 2.500.000,00 e R$ 5.200.000,00
1º — Neto Financista do Velho Barreiro — R$ 4.852.734,00 (+1,55%, USD 936.785,00)
Mais um "duplo recorde", como ele mesmo diz: R$4,85 milhões e US$936 mil, com o dólar "comportado" ajudando, ou melhor, "não atrapalhando", que o homem é preciso até na gratidão. O post foi aquele cafezinho de sempre, curtinho: 3/4 do ano se foram, falta o último quarto, e o assunto virou saudade de bitcoin e dólar, com planos de reabrir a conta na Binance e torcer pra ela ter "resistido ao teste do tempo" (spoiler: ele mesmo acha que resistiu). Aproveitou pra dar um sinal de vida analítico, dizendo que sente a necessidade de mapear de onde vem cada variação dos investimentos "já simplificados", e logo corrigiu que "tenho" é muito forte, porque preguiça e patrimônio de R$4,8 milhões aparentemente convivem bem. Ainda notou que os vídeos de se mudar pro Paraguai sumiram da timeline dele e ficou na dúvida se a modinha passou ou se agora é o melhor momento de ir. Dessa vez, pelo menos, acertou o mês no título (09/2026): evolução digna de nota na carreira de errar numeração.
2º — 🟨 Caminho Para o Topo — R$ 3.623.282,79 (último fechamento: agosto; sem fechamento de setembro)
🟨 CARTÃO AMARELO: este blog não fez o fechamento de setembro/2026 até a data desta análise (15/10), então segue no 2º lugar apenas com o saldo do último fechamento (agosto: R$3.623.282,79), sem atualização. O único post do mês foi "Renda Passiva Setembro 2026", publicado com atraso em 11/10: R$13.147,46 de dividendos (R$8.816,03 de FIIs, R$1.061,47 de ações e R$3.269,96 de REITs e stocks), yield mensal dos FIIs de 1,01% e R$147.435,81 de renda passiva acumulada no ano. Ou seja, recebeu dividendo direitinho, mas na hora de mostrar o patrimônio sumiu, o árbitro ficou esperando o relatório e só viu o recibo do dividendo. Segurou o vice-lugar na confiança, porque o Investidor Ansioso, logo atrás, está a mais de R$1,1 milhão de distância e não ameaça ninguém. Este é o 1º mês consecutivo sem fechamento; ao completar 3 meses seguidos, cartão vermelho e fim de ranking.
Livrando das algemas — Entre R$ 1.000.000,00 e R$ 2.500.000,00
3º — Investidor Ansioso — R$ 2.496.701,41 (-0,13%; -R$ 3.303,18)
Quando a gente achou que ele tinha entrado pro clube dos R$2,5 milhões, a vida deu aquela rasteira: -0,13% no mês e o patrimônio fechou em R$2.496.701,41, ou seja, escapou da divisão "Um ser livre" por R$3.298,59, o preço de uns dois pacotes de pão de forma com a inflação do mercado. A culpa foi do mês ruim da carteira, apesar de um aporte pesadão de 34% da renda, o que é o equivalente financeiro de encher o balde furado. Pra piorar, o Ansioso fez jus ao nome e avisou que está com "alguns problemas pessoais (nada relacionado ao trabalho)", por isso nem quis se alongar e foi direto pros gráficos, fica aqui o abraço e a curiosidade de quem vive de fofoca. De bônus, perguntou se alguém tem contato do administrador de um site que listava os blogs da turma, porque a lista sumiu e ele não consegue mais acompanhar o pessoal por lá. Mantra de sempre: "trabalho, estudo e poupança".
4º — Mendigo Investidor — R$ 2.451.269,00 (+2,07%; rentabilidade informada: 2,15%)
Mês gordo, com rentabilidade de 2,15% (contra 1,09% do CDI), patrimônio em R$2,45 milhões e renda total de R$12.135,88 entre FIIs, previdência privada e Tesouro, o mendigo mais bem alimentado da blogosfera. Mas o assunto do post nem foi dinheiro: virou palanque. Começou com citação do Guizot sobre a justiça fugindo pela porta quando a política entra no tribunal, chamou de "bandidos e mafiosos" os ministros da corte suprema e detonou a canetada do Lula que proibiu as bets, descrevendo a situação com o capricho de quem já viu o filme: o governo vende uma permissão por 30 milhões, anula em menos de dois anos, fica com o dinheiro e ainda processa a empresa. Libertário de coração, ele até concorda que jogo merece desestímulo (tipo álcool e cigarro), mas acha a forma "bizarra", e aproveitou pra soltar que o governo "torrou 328 bilhões" esse ano pra ganhar eleição. Sobre o voto, o critério é um só e inegociável: "não votar em bandido", o que, segundo ele, já elimina quase todo mundo da lista. A meta de investimento segue a mesma: FIIs todo mês, Renda+ 2035 e reserva de emergência pra comprar o carro.
5º — Investindo Desde 2012 — R$ 2.029.146,00 (+1,15%)
Alta de 1,15% e patrimônio "oficial" de R$2,03 milhões, mês que ele mesmo resumiu como o contrário do anterior: "lá fora mal e aqui bem", com o Ibovespa subindo 5,03% e a carteira internacional caindo 3,15%, no melhor estilo gangorra. A parte engraçada continua doméstica: estourou em R$250 o limite de gastos de setembro e, de novo, jurou que a "era dos superávits" começa em outubro, promessa que já vimos no mês passado, ao lado do freezer e dos armários lotados que ele chama de "estoques gigantes". Sobre o cenário eleitoral, repete o mantra de que está "muito aberto, não vou especular", e declara-se "tranquilo e sem mudanças drásticas", a serenidade de quem tem 350% de valorização histórica em 14 anos e ainda reclama que o ano anda só na inflação. Se contar o que emprestou e a reserva de gastos, chega a R$2,25 milhões; o autor, porém, mantém o valor oficial, sem isso.
6º — Caminhando e Poupando — R$ 1.320.293,81 (+2,11%)
Gostou do fechamento, e com razão: +2,11% no mês, com a bolsa brasileira em alta e os títulos do Tesouro devolvendo uma parte do que tinham tirado, a tal carteira "forte em diversos cenários" funcionando como manda o manual, e o patrimônio foi a R$1,32 milhão. Mas ele não se empolga, avisa que a alta da bolsa pode ser momentânea porque "estamos em período eleitoral, os ânimos estão exaltados" e o mercado é um "misto de razão com emoção". O assunto mais saboroso do post, porém, é a seção de "observações cotidianas": ele tem uns parentes que só vivem se queixando da vida, e antes de visitá-los ele já se "blinda" porque sabe que vai ouvir "muita choradeira", na opinião dele, só vale falar que a situação está difícil se for pra pedir ajuda, e fica a suspeita de que é exatamente esse o objetivo da choradeira. Também acha que ficar dizendo que está muito bem é igualmente desnecessário. Resumo: o homem está rico e zen, mas a família ainda não ganhou a medalha de paciência.
7º — Maluco Beleza Finanças — R$ 1.135.935,00 (+2,58%; +R$ 28.576,00)
Alta de 2,58% (+R$28.576), patrimônio em R$1,14 milhão e a graça do mês: ele está com quase o dobro do que previa o planejamento original, que mandava ter uns R$678 mil nessa altura. O aporte de R$12.326 foi mais complicado do que parece: vendeu ações no Brasil, comprou lá fora e no fim a diferença virou míseros R$10 em ações; o resto foi 60% em renda fixa e 40% em FII, com a volta triunfal ao GGRC11 depois de muito tempo sem comprar fundo imobiliário. Na vida pessoal, três dias na casa dos sogros pra comemorar o aniversário da patroa foi um teste de resistência de quem acha que interação social só funciona com bebida, e o trabalho vai bem, mas ele anda esgotado porque abriu uma "sociedade" com o irmão, dono de um negócio sem metas, sem processos e sem clientes, além do projeto pessoal que já tem uns usuários. A abertura do post, claro, foi o desabafo habitual contra o Brasil: Justiça "comprada", bets canetadas e eleição de "bostas de sempre". Fecha pedindo pra votarem em quem acham que merece.
No caminho da felicidade — Entre R$ 500.000,00 e R$ 1.000.000,00
8º — Poupador do Interior — R$ 795.711,32 (+1,71%)
Rentabilidade de 1,71% (178% do CDI) e patrimônio a R$795 mil, impulsionado por um aporte recorde de R$57.068,25 vindo do bônus, metade numa LCI pós-fixada e metade no Tesouro IPCA+ 2040, o que tira o "mês bom" do campo do mérito e põe no campo do bônus turbinado. Os proventos de R$2.079,83 cresceram 403,8% sobre setembro de 2025, graças à BB Seguridade ter mudado a data de pagamento. A vida profissional é que não segue o mesmo ritmo: voltou das férias com mais projetos "extremamente problemáticos" herdados e já ameaçando o bônus do semestre, e o gestor adiou de novo a promoção, agora só em 1º de novembro por "governança", ou seja, mentiu sobre o prazo anterior, mas deu um ótimo feedback, que como todo mundo sabe não paga as contas. Na política, o economista amador reclamou do "Fla x Flu" eleitoral sem projeto de país de nenhum dos lados e da tempestade perfeita que pode vir com a queda dos royalties e o envelhecimento da população. Na academia, as férias o fizeram engordar pra 75,3kg, mas o supino segue em 15kg de cada lado.
9º — Investidor +30 — R$ 645.817,46 (+1,56%)
Patrimônio a R$645,8 mil e post atrasado de novo (12/10), com aquele pedido de desculpas padrão de quem diz "o importante é o registro". O destaque financeiro foi uma decisão que ele classifica como das mais difíceis desde que começou a investir: vender o BRCR11, fundo de laje que estava na carteira desde 2019 e em "quarentena" desde o fim de 2022, com 40% de prejuízo na cota, vacância sem melhora, dívida perigosa e administradora que não faz o mínimo pela transparência. O dinheiro foi distribuído conforme a alocação, com a maior parte indo pro MXRF11, que enfim estava com desconto, e o resto em fundos de laje e GGRC11. O aporte total do mês foi de R$7.742,61 (contra meta de R$4.000), dividido entre FIIs, ações e cripto, e os proventos de R$2.996,08 estão acima da meta mensal pelo 5º mês seguido, mas o ano ainda tá abaixo do de 2025. A melhor parte é a confissão pessoal: está investindo mais que o planejado e aproveitando mais a vida, Portugal, Serra da Canastra, Alter do Chão duas vezes, show do Eddie Vedder e réveillon em Mendoza, e a conclusão, depois de muito pensar, é que o dinheiro sobra porque o namoro acabou e as despesas caíram pela metade. Ou seja, o término do relacionamento foi o melhor investimento do ano.
10º — Sou Poupadora — R$ 515.838,82 (+R$ 35.950,10; +7,49%)
Surpresa do mês: 7,49% de crescimento (+R$35.950,10, sendo +5,88% só de rendimentos) e o patrimônio furou a barreira de R$500 mil, o que a leva da divisão "Subindo o primeiro degrau" direto pro "No caminho da felicidade", estreia na faixa com direito a bota nova. Nem aportou muito (R$7.311,11): foi basicamente a carteira trabalhando sozinha, enquanto ela, meses atrás, confessava ter se desligado do mercado, o que reforça a tese de que o melhor investidor é o que esquece a senha. A meta de 2026 foi revisada pra R$500 mil e já está 100% concluída em outubro, mas ela mesma avisa que a carteira deve ter "flutuações significativas" nos próximos três meses, ou seja, já se blindou psicologicamente caso o extrato resolva voltar a ser humano. Post rápido, quase sem vida pessoal: passou "rapidinho" só pra dar o resultado, e o Tesouro Renda+ rendeu R$9.490,74, a vida segue mais tranquila que a dos colegas que só falam de eleição.
Subindo o primeiro degrau — Entre R$ 100.000,00 e R$ 500.000,00
11º — Bilionário do Zero — R$ 261.989,73 (+3,96%; rentabilidade: 1,61% no Status Invest / 2,75% na planilha)
Fechou em R$261.989,73, a R$5,67 da meta de R$261.995,40, daquelas coincidências que o autor guarda como troféu: se fosse um tiro, tinha acertado o centro do alvo com a ponta do cabelo. A rentabilidade do mês foi de 1,61% pelo Status Invest e 2,75% na planilha dele, com ações (+3,57%) e Tesouro (+4,48%) bombando e o exterior perdendo 4,79% porque o Fed subiu os juros e derrubou XLRE e VGLT. No campo das opiniões, ele aproveitou a proibição das bets pra defender que deveriam acabar também com as loterias da Caixa, e previu combustíveis em disparada depois da eleição. Aportou R$3.030,29 no Tesouro Educa+ 2042 a 7,36%, reinvestiu proventos no IFRA11 e comprou LREN3, e ainda está namorando o PGBL como forma de reduzir o imposto de renda, se investir R$12 mil por ano, economiza R$3.300. Confessou, por fim, que esqueceu de usar a planilha nova (que é melhor) e continua na velha cheia de remendos: o clássico do brasileiro que paga o curso e não faz as aulas.
12º — The Kronos Trader — R$ 246.526,10 (+7,51%; +R$ 17.225,23)
Chega ao ranking já fazendo barulho: +7,51% (+R$17.225,23) no mês e patrimônio de R$246.526,10, bem no meio da divisão "Subindo o primeiro degrau", logo atrás do Bilionário do Zero. O motivo da alta é um samba do crioulo doido de fatores: o maior aporte do ano (verbas de férias), marcação a mercado da renda fixa com os juros caindo, bolsa bombando depois do primeiro turno e uma pequena queda das criptos, que, vale lembrar, já eram 19% da carteira (a renda fixa é 63%, ações 13% e FII 5%). Estreou no VWRA11, o primeiro ETF e a primeira exposição "oficial" ao exterior, e inventou a "reserva de oportunidade": quando fica na dúvida de onde aplicar, agora ele não faz nada, que é uma estratégia bem mais sofisticada do que parece. Fora da planilha, o clima é de layoff, colegas pedindo a conta, outros fazendo corpo mole, e ele, sentindo-se "otário", passou o feriado do dia 12 trabalhando para uma empresa que acabou de demitir gente, só pra passar o trabalho direitinho a um colega antes das férias. Ainda arrumou tempo de reclamar da "caixinha" do Nubank que virou fundo de investimento, e confessou a pior das vergonhas: nunca gostou de fundos e agora tem um bem na cara dele.
13º — Soldado do Milhão — R$ 144.896,72 (-1,10%)
Segundo mês seguido no vermelho: -1,10% e patrimônio de R$144.896,72, bem longe dos R$151 mil que ele tinha no fim de julho. A contagem regressiva de "91 dias pra acabar o ano" virou contagem regressiva pro "zero a zero final": os compromissos financeiros são de R$166 mil e o patrimônio investido cobre quase tudo, a diferença caiu de 28k pra 22k, ainda positiva. Trocou GSFI11 por TRFX11, vendeu IVVB11, vendeu o CNES11 com "excelente lucro" e já anuncia que vai pro GGRC11 (o FII da moda do mês, aparentemente). Os dividendos vieram na casa de R$1.100, o sétimo mês acima de mil, e ele chegou a fantasiar um "all in" em FIIs pra chegar nos R$1.500 mensais, mas teve que lembrar que alocação de ativos existe. A cereja do bolo: a renovação do seguro adicionou R$2.600 nos próximos meses, então agora ele precisa "amortizar R$244 por dia" pra zerar tudo, daqueles planos que só funcionam no Excel.
Amador — Entre R$ 0,00 e R$ 100.000,00
14º — Sr. Finanças Globais — ~R$ 59.000,00 (+45%; +R$ 19 mil)
Rebote espetacular: +45% (cerca de R$19 mil) e patrimônio perto de R$59 mil, graças principalmente à Solana, que subiu 17% no mês, a mesma aposta que tinha feito o blog despencar no ciclo passado. Só que a vida real continua uma novela: a fatura do cartão veio equivalente a 45 dias porque ele alinhou o cronograma de recebimento da empresa com o pagamento, e ainda avisa que em outubro entra uma compra de insumo de R$12 mil na fazenda, o que significa que a próxima queda já está agendada. Na vida pessoal, voltaram as brigas com a "Sra FG", ela é esquerdista, ele de direita, a eleição só piorou, e o ápice foi quando ela esqueceu de avisar que os pais estavam fora de casa e marcou encontro só no sábado de manhã: "next level", nas palavras dele. Na empresa, contratos que cessaram foram "A MELHOR COISA", ele contratou turma de design, posicionamento e TI, e na fazenda (atrasada pro plantio, a culpa é do pai, do cliente e do irmão) está montando fluxo de caixa e plano de 5 anos. Fecha com uma conta de que o S&P em reais valorizou 20x desde 2012 e que a fazenda da família não vale os R$10 milhões que isso renderia, ou seja, o investidor global está em guerra com a própria herança.
15º — Investidor Urbano — ~R$ 43.168,00 ("estagnou nos 43k"; ≈ +R$ 1 mil)
O título do "fechamento" continua sendo a fatura do mês, R$12.890,56 de despesas contra R$14.426,52 de ganhos, enquanto o patrimônio real, de ~R$43 mil (R$15.168 em MXRF11, R$12 mil no Mercado Pago e R$16 mil no Inter), "estagnou" com variação de míseros R$1 mil. Ele mesmo explica o motivo: aportou mais que isso, mas gastou tanto que acabou tirando do que tinha aportado, com a fatura do cartão ainda vindo de mais de R$5 mil. O negócio é que o gasto do mês teve contribuição romântica explícita (R$1.230 de celular novo "com fins" de ter uma namorada) e ele passou a classificar as mulheres com nota de 0 a 10: a ficante 7/10 se afastou, a ex 3/10 continua recebendo almoços e presentes "sem malícia", e agora ele está "em vias de namorar" uma 5/10, no que seria o primeiro namoro "válido" assumido nas redes. Teve ainda susto de apendicite que passou em dois dias e fez ele pensar em plano de saúde, aparelho dentário que só sai por particular, looks completos da Temu e Shein, e a convicção de que moto FZ15 aumentaria a autoconfiança com as mulheres, mas ele "quer saber de juros compostos". Meta de R$100 mil no fim do ano: já era.
E assim se encerra o fechamento de setembro/2026, com direito a ansioso derrubado da divisão por três mil reais, Solana reerguendo o último colocado, a venda do BRCR11 depois de anos de quarentena, um estreante trabalhando no feriado para uma empresa em layoff, uma contagem de notas de 0 a 10 para namoradas e todo mundo xingando as bets, o STF e o calendário eleitoral ao mesmo tempo. Quinze blogs ranqueados, um deles de cartão amarelo e nenhuma garantia de que o próximo mês terá menos política. Até o próximo fechamento!
Fonte: posts de fechamento mensal referentes a setembro/2026 (publicados entre 30/09 e 14/10/2026; o Caminho Para o Topo não fechou setembro e segue com o saldo de agosto, com cartão amarelo).
