quinta-feira, 5 de março de 2026

Fechamento de Fevereiro de 2026 R$ 985.601,00 ou R$ +23.298,00 ou +2,42%

Olá, senhores da blogosfera.

Rapaz, como essa bolsa subiu, hein. Eu só acompanho no fechamento, então este balanço foi feito antes do Laranjão resolver brincar de geopolítica e atacar o Irã. Não faço ideia de como o mercado reagiu depois. Dependendo do humor do mundo, pode ter sido só um soluço... ou um tropeço daqueles.

Estou muito próximo do milhão. Mas estou tentando não me iludir muito, porque tenho a sensação de que em breve a bolsa pode dar uma bela despencada. Intuição de investidor calejado ou puro pessimismo brasileiro, ainda não sei. Talvez os dois.

Minha aposta é que vou bater o milhão e, logo em seguida, o mercado vai resolver lembrar que gravidade existe. Aí vem a queda e provavelmente alguns meses até o patrimônio voltar a encostar nesse número simbólico de novo. Bolsa tem dessas. Quando você acha que entendeu o jogo, ela vem e mostra que você é apenas um figurante bem comportado.

Mas tudo bem. No momento em que eu atingir o milhão, pretendo escrever um post específico sobre isso. Quero registrar o que pretendo fazer dali para frente, os sentimentos ao cruzar essa marca e também dar uma olhada na corrida até aqui. Porque, no fim das contas, a graça não está só na linha de chegada. Está na quantidade de tropeços elegantes que a gente dá no caminho.

Como de costume, vamos ao fechamento.

Vida Financeira

O aporte do mês foi de R$10.521 Alexandrinos novos.

Esse mês houve uma valorização de 1,31% no geral. Em ações, a alta foi de 1,99%. Já os FIIs subiram 2,89%.

Tempos atrás, tanto as ações quanto os FIIs estavam praticamente todos no vermelho. Um verdadeiro festival de números negativos, coisa que faria qualquer investidor questionar suas escolhas de vida.

Abaixo está a valorização desses ativos em ações brasileiras. A imagem está bem feiosa, mas cumpre seu papel.

Bora demonstrar os gráficos


Está perto do balanço “perfeito” de 40% e 60%. Mas confesso que estou pensando em deixar 50% e 50% entre renda fixa e renda variável. Um meio de campo mais confortável para a minha cabeça.

Vamos ver se consigo manter isso, porque nem todo o dinheiro eu trago para o Brasil. Uma parte eu deixo lá fora e compro ações ou ETFs. O motivo é simples: é um dinheiro que não volta. Ou pelo menos não tem previsão de voltar.

Então já fica por lá mesmo, trabalhando em dólar e vivendo sua própria vida financeira. Considero quase como um cidadão estrangeiro no meu patrimônio. Ele mora fora, investe fora e aparece aqui só para dar notícia de vez em quando.

Vida Pessoal

Bom, mais um mês com a Maluca e tudo continua indo muito bem. O curioso é como ela é completamente diferente da minha ex. Além de ser minha mulher, ela também é uma ótima parceira de rolê. Vamos a bares, shows, viagens e sempre nos divertimos bastante. No fim das contas, acabamos funcionando muito bem como dupla de bagunça organizada.

Infelizmente, os problemas que rondam a vida dela não são exatamente dela. São heranças familiares, daquelas que ninguém pede, mas aparecem mesmo assim. Explico melhor.

Eu escuto, dou alguns palpites quando ela pede e sigo minha vida. Não há muito que eu possa fazer, e mesmo que houvesse, provavelmente eu também não faria muita coisa. Sou bastante individualista com a vida. Acredito que cada um precisa resolver seus próprios problemas. Nem na minha família eu me intrometo muito. Normalmente apenas observo, faço algumas análises mentais e sigo o jogo.

Minha namorada é uma ótima pessoa e nossa convivência é excelente. O grande problema está na família paterna dela, especialmente no pai. É uma família carregada de problemas que parecem vir se acumulando desde o avô. Abuso, filhos cheios de traumas, um histórico que parece se repetir geração após geração.

Até hoje eu não entendo como a mãe dela conseguiu, ou ainda consegue, suportar aquele sujeito. O homem é uma verdadeira âncora na vida das mulheres ao redor dele. Humilha, maltrata, quebra as coisas, deve dinheiro para meio mundo, tem o nome sujo, não tem casa própria, mora de favor na casa da cunhada e, mesmo assim, ainda arruma energia para causar mais destruição.

Tenho quase certeza de que vários dos problemas de saúde física da Maluca e da mãe dela nasceram nesse ambiente. Anos vivendo sob pressão, estresse constante e convivendo com alguém que parece dedicado a tornar a vida dos outros mais difícil.

Mas também penso o seguinte: a culpa não é apenas dele. Chega um ponto em que continuar convivendo com pessoas que te puxam para o buraco passa a ser uma escolha. Mesmo sendo pai, mãe ou qualquer outro laço de sangue. Sangue não deveria ser corrente.

Progredir na vida já é difícil por natureza. Agora imagine tentar avançar carregando nas costas pessoas que funcionam como uma âncora de navio. Não tem planejamento financeiro, disciplina ou terapia que compense esse tipo de peso.

De resto, tudo fluindo bem.

Até a próxima, senhores.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O Brasil é o país do futuro


Desde 1941, repete-se como um mantra mofado a frase: “O Brasil é o país do futuro”. Futuro. Sempre o futuro. Enquanto isso, o mundo andou.

O Japão saiu completamente destruído da Segunda Guerra Mundial, com duas bombas atômicas no currículo, e virou uma potência tecnológica global.
A Alemanha, dividida, arrasada e moralmente devastada, reconstruiu-se e tornou-se o motor econômico da Europa.
A Coreia do Sul, que nos anos 1960 era mais pobre que muitos países africanos, transformou-se em referência mundial em tecnologia e educação.
Singapura, um pântano sem recursos naturais nos anos 1960, virou um dos países mais ricos e organizados do planeta.
A China, mergulhada na miséria extrema até os anos 1970, tornou-se a segunda maior economia do mundo.

E nós? Continuamos repetindo a mesma frase, como se esperança fosse plano de governo.

A verdade é que este país parece ter desistido de ser nação para se acomodar como uma grande fazenda moderna: poucos senhores privilegiados e milhões sustentando a estrutura com impostos sufocantes. Nós, os pagadores de impostos, somos espremidos até a última gota. Eu gosto do Brasil — do povo trabalhador, da cultura, da energia — mas odeio profundamente a forma como tudo aqui é conduzido. Do cidadão que acha esperteza furar fila ou levar vantagem ao sistema inteiro que institucionalizou a ineficiência.

Com o chamado “caso Master”, o que antes ainda deixava espaço para dúvida sobre a seriedade das instituições, agora escancara um problema estrutural. A Justiça, já conhecida por sua morosidade e distância da realidade do cidadão comum, passa a imagem de um sistema que protege os seus e pune os de sempre. A sensação é de que as regras não são iguais — e isso corrói qualquer noção de República.

O Brasil virou um país que provoca revolta. Uma população exausta, dividida, anestesiada por promessas e paliativos, enquanto quem produz e paga a conta trabalha no limite. Há um cansaço coletivo no ar. Um barril de pólvora? Talvez. Ou talvez apenas um povo cansado demais para reagir.

Fala-se em mudança, mas o debate político parece um eterno retorno ao mesmo duelo pobre de ideias e rico em acusações. De um lado e de outro, lideranças que parecem mais interessadas em vencer do que em construir. E o país, sempre refém da polarização rasa.

O problema não é falta de potencial. Nunca foi. O problema é a cultura política da impunidade, do privilégio e da mediocridade institucionalizada. É o Estado inchado que exige cada vez mais e entrega cada vez menos. É a máquina que suga até a última fibra produtiva e ainda pede aplausos.

O Brasil não é o país do futuro. É o país da CORRUPÇÃO.

Se não houver ruptura com a cultura da corrupção, da complacência e do privilégio, o futuro continuará sendo apenas isso: uma palavra bonita usada para adiar responsabilidades

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Fechamento de Janeiro de 2026 R$ 962.303,00 ou R$ +45.815,00 ou +5%

Fala, nobres pagadores de impostos de Alexandrinos ou meros servos escravos de Tofolândia. Como estão sobrevivendo?

Hoje o blog completa 10 anos desde o primeiro fechamento. Sim, isso mesmo. Uma década escrevendo bobagens financeiras na internet e, surpreendentemente, ainda esxtou aqui. Mais surpreendente ainda é que estou próximo do tão sonhado milhão, aquele que só existe na planilha, mas já ajuda a dormir melhor.

Fuçando os arquivos antigos, vi que eu postava prints do Microsoft Money 99. Sim, noventa e nove. Um aplicativo jurássico de controle de finanças pessoais que eu usava religiosamente. Aliás, usei esse software por muitooooosss anooosss. 

Eu anoto absolutamente tudo o que gasto desde os meus 18 anos. Tudo mesmo. O problema é que, com tantas trocas de software, sites milagrosos e aplicativos modernos cheios de bugs e promessas vazias, acabei perdendo todo esse histórico. Anos de disciplina financeira jogados no limbo digital. Pelo menos ficou o trauma e a paranoia de continuar anotando cada centavo.

Vida Financeira

Parece que a bolsa resolveu praticar salto com vara. Só as ações deram um pulo impressionante de 4,26% no mês, coisa fina, daquelas que fazem o investidor iniciante achar que é gênio.

O saldo da carteira como um todo ficou em 3,17% no mês. Se fosse todo mês nesse ritmo, seria maravilhoso. Já estaria escolhendo a cor do iate e discutindo problemas sérios, como onde estacionar o helicóptero. Será que já posso começar a vender curso de investimentos?

Um dado curioso é que eu sempre vinha apanhando do famoso CDI. Pelo gráfico da minha corretora, faz uns três meses que ando conseguindo superá lo. Nada que justifique soberba, claro. Mas já dá aquele leve sorriso de canto de boca, típico de quem sabe que isso pode acabar a qualquer momento.



Vida Pessoal

Completou se um mês morando junto com a Srta. Maluca. Estamos muito bem. Nada de brigas e uma convivência surpreendentemente civilizada, o que por si só já é uma grande vitória estatística.

Recebi um aumento de salário no trabalho. Pela minha excelente performance, vieram generosos 4% de aumento. Confesso que fiquei bem decepcionado com o percentual, considerando tudo o que já colaborei com o sistema. Inclusive, praticamente salvei o projeto com soluções que hoje se perpetuam no sistema. Mas a regra da empresa é clara e imutável. Para pessoas com super desempenho, o prêmio máximo é esse mesmo. Meritocracia feelings.

Tive também um acidente doméstico feio e quase fui de arrasta. Estou me recuperando e, pelo visto, ficarei de 15 a 30 dias longe da academia. O corpo cobra, a idade responde e a ficha demora a cair.

De mais, é isso, senhores.

Tenham um ótimo carnaval.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Fechamento de 2025

E aí, nobres senhores. Chegamos a mais um fechamento anual, aquele evento místico que só acontece a cada 12 meses e me obriga a comparar a minha performance na corrida rumo à aposentadoria.

Enquanto o mundo ainda não implode, seguimos juntando dinheiro para a velhice. Afinal, se tudo for para os ares, sem grandes problemas. No fim das contas, a terra nos come do mesmo jeito.

Essa é a imagem de 2025

No ano passado eu estava razoavelmente preocupado com o início na nova empresa. Já neste fim de ano posso dizer, sem medo de errar, que estou consolidado e muito bem posicionado por lá. A preocupação agora é outra, algo que simplesmente não existia no radar anteriormente. O crescimento da IA.

Curiosamente, no fechamento passado eu nem citei inteligência artificial. Hoje ela faz boa parte do meu trabalho. O futuro chegou, sentou na minha cadeira e ainda pediu café. A minha esperança é que, quando eu finalmente for substituído por um algoritmo educado e que não reclama, eu já tenha pelo menos 2 milhões em dinheiros. Por enquanto, não tenho nem 1 milhão, o que transforma essa esperança em uma preocupação bastante concreta.

Mas chega de filosofia e ansiedade financeira. Vamos aos números de 2025.

O rendimento foi de 12,52 por cento. Abaixo do CDI e abaixo da taxa Selic. Ou seja, perdi para o básico, para o simples e para o botão automático do banco.

Ano de novos recordes. 
- Maior aporte já realizado até hoje: R$ 159.586,90. No ano anterior tinha sido R$ 119.794,00 em 2024. Isso dá uma média mensal de R$ 13.298,90, um número bem acima da meta da minha planilha da corrida do milhão, que prevê um aporte mensal de R$ 3.592,56. A planilha sonha pequeno. Eu não.

Esse resultado se deve basicamente ao meu trabalho na gringa. Aqui no Brasil a coisa não anda muito amigável para desenvolvedores. Encontrar um trabalho que pague 12 mil reais virou quase uma lenda urbana, algo que todo mundo conhece alguém que conseguiu, mas ninguém nunca viu de perto.

Dito isso, não tenho absoluta certeza de como anda o mercado interno. Estou fora dele há três anos, tempo suficiente para perder completamente a noção da realidade local e passar a achar normal receber em moeda forte enquanto o caos reina ao redor.


- Maior valor de dividendos já recebidos: R$ 23.044,00. No ano anterior tinha sido R$ 15.622,00 em 2024.

Hoje estou recebendo um pouco mais de um salário mínimo por mês em dividendos. A média gira em torno de R$ 1.920,00, o que me deixa genuinamente feliz. É um dinheiro que cai sem eu precisar pedir bom dia para ninguém, nem abrir reunião no Teams.

O lado amargo é que isso já supera o que muitos aposentados recebem. Fico feliz pelo resultado pessoal, mas triste pela constatação. Vivemos em um país miserável, onde descansar depois de uma vida inteira de trabalho virou privilégio, não direito.





Sobre o colchão de segurança, não fiz nenhum aporte ao longo do ano. Hoje o valor está em R$ 43.413,00. No ano passado estava em R$ 37.977,00. Ou seja, foi apenas o juros fazendo o seu trabalho silencioso, discreto e muito mais eficiente do que muita gente.

Bom, então é isso, senhores. Relendo o fechamento de 2025, percebo que não deixei nenhuma meta definida. O mesmo vale para agora. Talvez maturidade, talvez cansaço, talvez só falta de paciência para prometer coisas que a vida vai tentar sabotar.

Espero que em 2026 eu consiga superar 2025, embora não saiba se isso será possível. Preciso urgentemente fazer reformas na casa, aquelas reformas nada glamourosas, só manutenção mesmo. Pintura toda desgastada, algumas rachaduras meio suspeitas. Preciso resolver isso o quanto antes, antes que a casa decida se reformar sozinha.

O lado positivo é que existem algumas caixinhas que não entram nessa contabilidade. Dinheiro separado para fins específicos que acabaram não acontecendo ou sobrou. Um pequeno alívio psicológico para quando a realidade resolve cobrar juros emocionais.

Será que este ano eu chego ao Milhão? Estou bem próximo e absurdamente ansioso por isso. Tenho alguns gatilhos bem estranhos envolvendo esse número, assunto que fica para um momento futuro, quando eu estiver com menos preguiça e talvez um pouco mais introspectivo.

É isso, senhores.
Até breve.

Vou deixar uma música que retrata 2025 e o futuro de 2026.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Fechamento de Dezembro de 2025 R$ 916.488,00 ou R$ +21.656,00 ou +2,42%

 

E mais uma volta à Terra se conclui com "sucesso". O sucesso é só a volta mesmo.  O mundo parece caminhar com entusiasmo para um lado totalmente sombrio, como se fosse uma escolha consciente e bem planejada.

Enquanto isso, no país de Dias Alexandria, seguimos observando sem qualquer surpresa as movimentações curiosas, para dizer o mínimo, dos juízes brasileiros. Afinal, quando se é tratado como divindade, nada impõe limites. Nem a lógica, nem o bom senso, muito menos contratos milionários assinados com a maior naturalidade pelas suas estimadas esposas. Tudo absolutamente normal, claro.

Bom vamos ao fechamento do mês

Vida Financeira

Foram aportados R$ 11.236,00 em Alexandrinos novos. Tive gastos inesperados com o carro. Acabaram violando meu veículo e precisei arcar com alguns custos para consertá-lo. Dezembro também traz muitos gastos com mercado, por conta das compras de fim de ano e viagens.

Recebi incríveis R$ 6.397,00 apenas em dividendos de ações neste mês. Um marco.

A alocação foi de 65% em renda fixa e 35% em FII.

Seguem os gráficos:


Vida pessoal

Pela primeira vez, fui passar o Natal com a família da namorada. Foi um bate e volta rápido, porque na sexta eu precisei trabalhar. A passagem de avião foi baratinha. Eu estava bem cansado, e interações com outras pessoas são bastante estressantes para mim. Contava os minutos para voltar.

Teve confraternização com os amigos. Aí, para mim, as conversas são mais tranquilas. E foi isso, senhores.

A Maluca já está com toda a mudança para a minha casa. Estamos indo bem, e ela está com MUITO medo de eu dar um chute na bunda dela. Tanto que disse que eu tenho que aguentar pelo menos três meses, porque dá muito trabalho mudar.

Nada muito além disso.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Fechamento de Novembro de 2025 R$ 894.832,00 ou R$ +37.454,00 ou +4,37%

Fala, seus dedicados servos da gloriosa casta dos brasileiros superiores, tudo em paz nessa república tropical?

O país, como sempre, segue firme e forte… ladeira abaixo, mais rápido do que elevador de prédio velho quando acaba a luz. E lá no alto do Olimpo tupiniquim, nossos deuses do STF parecem andar tropeçando em pedrinhas — ou em algo bem mais suspeito — porque, olha, cada decisão que aparece dá vontade de conferir se não é pegadinha.

Mas convenhamos: alguém aí realmente acreditou que esses semideuses eram a personificação da virtude? Nada disso. Eles são só o espelho — bem sujo, por sinal — do país que temos.

Tem juiz que consegue ser vítima, investigador e julgador da própria causa. Tem outro que simplesmente julga o amigo como se estivesse escolhendo o próximo parceiro de truco. Tem também aqueles casos em que o parente é advogado, o juiz é amigo, o processo é conveniente e a imparcialidade… bom, essa ninguém nem finge mais que existe.

E nós aqui, resistentes, lutando para que o Estado não nos prenda, não nos roube e não transforme de vez a incompetência em política pública. Porque, sejamos sinceros: se isso aqui não é uma ditadura de etiqueta nova, está fazendo cosplay de uma.

Bom, vamos aos números.

Vida Financeira

Seguimos com bons aportes em Novembro. O total de dinheiros novos foram de R$13.128,00. 65% em renda fixa, 33% em ações e 2% em FII.
Foram adquiridas ações de MDIA3 e PETR4. 
Também foram incluídas ações bonus distribuídas por: EGIE3, ITUB4 e VBBR3. Claro, essas novas ações não fazem parte do 13128,00 aportados.

Vida Pessoal

Esse mês fiz uma ótima viagem com a futura Maluca. Fomos para a praia e curtimos bastante. Foi bom para ela, que está vivendo um momento muito difícil. Aliás, nunca vi alguém tão cercado de problemas na vida. Infelizmente, a vida veio outra vez e deu mais uma pancada, e essa é das fortes. A mãe dela foi diagnosticada com câncer, e agora será preciso enfrentar todo o sofrido processo de tratamento. Eu sou ruim com as palavras e péssimo para confortar as pessoas.

Meu irmão parece que não vai voltar com a ex. Ele está triste, mas acredito que o maior motivo seja a distância do filho.

No mais, minha vida continua no ritmo de um cruzeiro, e estou feliz por isso.

É isso, senhores. Até mais.

Fiquem com essa ótima tirinha:



terça-feira, 4 de novembro de 2025

Fechamento de Outubro de 2025 R$ 857.378,00 ou R$ +28.639,00 ou +3,46%


E aí, seus defensores de bandidos, tudo em paz?

Se você não está aí defendendo os “inocentes” do RJ, talvez seja hora de rever o seu papel nessa sociedade gloriosa em que vivemos.

Parece que, finalmente, os nossos brilhantes políticos descobriram que a segurança pública do país está uma tragédia. Uau, parabéns a eles — só demorou umas décadas pra perceber, né?

Eu venho dizendo: o próximo presidente vai ganhar se prometer acabar com a farra dos bandidos. Só isso. Meu único critério de voto agora é simples — quem tiver as propostas mais duras contra criminosos, leva meu voto.

Enquanto isso, com a pedra já na mão (figurativamente, claro… ou não), vamos dar uma olhada em como estão as finanças.

Vida Financeira

Mais um mês de bons aportes — mas poderia ser melhor? Poderia. Ainda estou com um gasto mensal muito elevado. Um valor que me deixaria satisfeito seria um total de gastos de, no máximo, R$7.000, o que aumentaria em cerca de R$3.000 os aportes.

Mas não vou reclamar: estou aportando bem acima do esperado e mantendo uma boa qualidade de vida.

Total de aportes: R$14.218,00 — sendo 40% em Renda Fixa e 60% em FIIs.

Ah, e 20% da Renda Fixa foi aplicado no tenebroso CDB do falido Banco Master. Vamos ver no que isso vai dar. Na teoria, está tudo dentro do que o FGC cobre — e, aliás, estou bem longe do limite.

Vamos aos gráficos:

Vida Pessoal

Zé Tampinha se foi — nasceu Fábio Steves.
E eu confesso: me identifiquei profundamente com essa parte dele — “introspectivo, caseiro ao extremo, autista e apaixonado por fotografia!”
Tirando a fotografia… e o autismo (talvez)… parece uma descrição feita por alguém que me conhece há anos.

Sobre o autismo, nunca comentei muito. Mas minha ex, que trabalhava na área, um amigo do meu irmão e até algumas outras almas iluminadas sempre disseram que eu sou “estranho pra conversar”. Que pareço “meio autista”.
De fato, tenho meus problemas de relacionamento desde pequeno. Hoje, adulto, só viro um tagarela de verdade quando bebo demais — vocês que acompanham aqui já sabem bem disso.

Enfim, boa sorte, Fábio! Espero que continue escrevendo, criando novos blogs e — quem sabe — um dia a gente não se encontra pra beber umas (com moderação, claro).
Ah, e desculpem meus crimes contra a língua portuguesa… o português sempre me odiou, eu apenas retribuo o sentimento.


Agora, senhores, preparem o pano de prato e a trilha sonora do terror doméstico: estou prestes a juntar os trapos.

Sim, depois de meses em guerra comigo mesmo, decidi tentar de novo. Fiz até um convite bonitinho de “juntar os trapos” — parece até um filme de terror com final feliz. Se tudo der certo, vai ter cerimônia, aliança, bolo e lágrimas de emoção (ou desespero).

Não é meu sonho, mas é o da minha mãe: ver algum filho casando “como manda o figurino”.
Eu só queria que durasse mais de dois anos. Para sempre? Talvez. Mas pra isso, eu precisaria de um exorcismo completo na minha mente antes.

Sempre contei aqui sobre o meu namoro leve, livre — do jeito que sempre sonhei.
Mas, claro, liberdade incomoda. Sempre teve alguém pra dizer à minha namorada:

“Ele vive como um homem solteiro, não é digno de você.”

Pois é. Ela, aos trancos, barrancos e respirações profundas, aprendeu a lidar.
Agora, veremos como será quando estivermos sob o mesmo teto… que Deus nos acuda.


A verdade é simples e sombria: depois do meu último casamento, eu não aceito perder nem um pingo da minha liberdade.
Relacionamento, pra mim, não é sobre prisão domiciliar com benefícios.
Qualquer sinal de cela emocional, eu já começo a surtar.
Mas também penso: não custa tentar.
Se der errado, cada um volta pro seu caixão — digo, pro seu canto — e vida que segue.


Ah, e antes que eu me esqueça — meu irmão agora é um PSOL: pai solteiro oficial da loucura.

Infelizmente, a ex dele era uma mistura de carcerária e vilã de novela mexicana — só que sem o glamour.
Minha mãe cuidava da criança, meu irmão limpava a casa, cozinhava, fazia tudo…
e a ingrata ainda falava mal da minha mãe por aí e detonava o pobre coitado.
Pra completar, o homem nem podia assistir ao jogo do time dele!

Depois descobrimos que toda a novela trágica que ela contava sobre a “família tóxica” dela…
era, na verdade, a autobiografia dela mesma.
A mulher não tem amigos, a mãe não gosta dela, a irmã muito menos,
e agora, parabéns pra ela, ganhou o ódio coletivo da nossa família também.


É isso senhores, até a próxima.