quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Fechamento de 2025

E aí, nobres senhores. Chegamos a mais um fechamento anual, aquele evento místico que só acontece a cada 12 meses e me obriga a comparar a minha performance na corrida rumo à aposentadoria.

Enquanto o mundo ainda não implode, seguimos juntando dinheiro para a velhice. Afinal, se tudo for para os ares, sem grandes problemas. No fim das contas, a terra nos come do mesmo jeito.

Essa é a imagem de 2025

No ano passado eu estava razoavelmente preocupado com o início na nova empresa. Já neste fim de ano posso dizer, sem medo de errar, que estou consolidado e muito bem posicionado por lá. A preocupação agora é outra, algo que simplesmente não existia no radar anteriormente. O crescimento da IA.

Curiosamente, no fechamento passado eu nem citei inteligência artificial. Hoje ela faz boa parte do meu trabalho. O futuro chegou, sentou na minha cadeira e ainda pediu café. A minha esperança é que, quando eu finalmente for substituído por um algoritmo educado e que não reclama, eu já tenha pelo menos 2 milhões em dinheiros. Por enquanto, não tenho nem 1 milhão, o que transforma essa esperança em uma preocupação bastante concreta.

Mas chega de filosofia e ansiedade financeira. Vamos aos números de 2025.

O rendimento foi de 12,52 por cento. Abaixo do CDI e abaixo da taxa Selic. Ou seja, perdi para o básico, para o simples e para o botão automático do banco.

Ano de novos recordes. 
- Maior aporte já realizado até hoje: R$ 159.586,90. No ano anterior tinha sido R$ 119.794,00 em 2024. Isso dá uma média mensal de R$ 13.298,90, um número bem acima da meta da minha planilha da corrida do milhão, que prevê um aporte mensal de R$ 3.592,56. A planilha sonha pequeno. Eu não.

Esse resultado se deve basicamente ao meu trabalho na gringa. Aqui no Brasil a coisa não anda muito amigável para desenvolvedores. Encontrar um trabalho que pague 12 mil reais virou quase uma lenda urbana, algo que todo mundo conhece alguém que conseguiu, mas ninguém nunca viu de perto.

Dito isso, não tenho absoluta certeza de como anda o mercado interno. Estou fora dele há três anos, tempo suficiente para perder completamente a noção da realidade local e passar a achar normal receber em moeda forte enquanto o caos reina ao redor.


- Maior valor de dividendos já recebidos: R$ 23.044,00. No ano anterior tinha sido R$ 15.622,00 em 2024.

Hoje estou recebendo um pouco mais de um salário mínimo por mês em dividendos. A média gira em torno de R$ 1.920,00, o que me deixa genuinamente feliz. É um dinheiro que cai sem eu precisar pedir bom dia para ninguém, nem abrir reunião no Teams.

O lado amargo é que isso já supera o que muitos aposentados recebem. Fico feliz pelo resultado pessoal, mas triste pela constatação. Vivemos em um país miserável, onde descansar depois de uma vida inteira de trabalho virou privilégio, não direito.





Sobre o colchão de segurança, não fiz nenhum aporte ao longo do ano. Hoje o valor está em R$ 43.413,00. No ano passado estava em R$ 37.977,00. Ou seja, foi apenas o juros fazendo o seu trabalho silencioso, discreto e muito mais eficiente do que muita gente.

Bom, então é isso, senhores. Relendo o fechamento de 2025, percebo que não deixei nenhuma meta definida. O mesmo vale para agora. Talvez maturidade, talvez cansaço, talvez só falta de paciência para prometer coisas que a vida vai tentar sabotar.

Espero que em 2026 eu consiga superar 2025, embora não saiba se isso será possível. Preciso urgentemente fazer reformas na casa, aquelas reformas nada glamourosas, só manutenção mesmo. Pintura toda desgastada, algumas rachaduras meio suspeitas. Preciso resolver isso o quanto antes, antes que a casa decida se reformar sozinha.

O lado positivo é que existem algumas caixinhas que não entram nessa contabilidade. Dinheiro separado para fins específicos que acabaram não acontecendo ou sobrou. Um pequeno alívio psicológico para quando a realidade resolve cobrar juros emocionais.

Será que este ano eu chego ao Milhão? Estou bem próximo e absurdamente ansioso por isso. Tenho alguns gatilhos bem estranhos envolvendo esse número, assunto que fica para um momento futuro, quando eu estiver com menos preguiça e talvez um pouco mais introspectivo.

É isso, senhores.
Até breve.

Vou deixar uma música que retrata 2025 e o futuro de 2026.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Fechamento de Dezembro de 2025 R$ 916.488,00 ou R$ +21.656,00 ou +2,42%

 

E mais uma volta à Terra se conclui com "sucesso". O sucesso é só a volta mesmo.  O mundo parece caminhar com entusiasmo para um lado totalmente sombrio, como se fosse uma escolha consciente e bem planejada.

Enquanto isso, no país de Dias Alexandria, seguimos observando sem qualquer surpresa as movimentações curiosas, para dizer o mínimo, dos juízes brasileiros. Afinal, quando se é tratado como divindade, nada impõe limites. Nem a lógica, nem o bom senso, muito menos contratos milionários assinados com a maior naturalidade pelas suas estimadas esposas. Tudo absolutamente normal, claro.

Bom vamos ao fechamento do mês

Vida Financeira

Foram aportados R$ 11.236,00 em Alexandrinos novos. Tive gastos inesperados com o carro. Acabaram violando meu veículo e precisei arcar com alguns custos para consertá-lo. Dezembro também traz muitos gastos com mercado, por conta das compras de fim de ano e viagens.

Recebi incríveis R$ 6.397,00 apenas em dividendos de ações neste mês. Um marco.

A alocação foi de 65% em renda fixa e 35% em FII.

Seguem os gráficos:


Vida pessoal

Pela primeira vez, fui passar o Natal com a família da namorada. Foi um bate e volta rápido, porque na sexta eu precisei trabalhar. A passagem de avião foi baratinha. Eu estava bem cansado, e interações com outras pessoas são bastante estressantes para mim. Contava os minutos para voltar.

Teve confraternização com os amigos. Aí, para mim, as conversas são mais tranquilas. E foi isso, senhores.

A Maluca já está com toda a mudança para a minha casa. Estamos indo bem, e ela está com MUITO medo de eu dar um chute na bunda dela. Tanto que disse que eu tenho que aguentar pelo menos três meses, porque dá muito trabalho mudar.

Nada muito além disso.



quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Fechamento de Novembro de 2025 R$ 894.832,00 ou R$ +37.454,00 ou +4,37%

Fala, seus dedicados servos da gloriosa casta dos brasileiros superiores, tudo em paz nessa república tropical?

O país, como sempre, segue firme e forte… ladeira abaixo, mais rápido do que elevador de prédio velho quando acaba a luz. E lá no alto do Olimpo tupiniquim, nossos deuses do STF parecem andar tropeçando em pedrinhas — ou em algo bem mais suspeito — porque, olha, cada decisão que aparece dá vontade de conferir se não é pegadinha.

Mas convenhamos: alguém aí realmente acreditou que esses semideuses eram a personificação da virtude? Nada disso. Eles são só o espelho — bem sujo, por sinal — do país que temos.

Tem juiz que consegue ser vítima, investigador e julgador da própria causa. Tem outro que simplesmente julga o amigo como se estivesse escolhendo o próximo parceiro de truco. Tem também aqueles casos em que o parente é advogado, o juiz é amigo, o processo é conveniente e a imparcialidade… bom, essa ninguém nem finge mais que existe.

E nós aqui, resistentes, lutando para que o Estado não nos prenda, não nos roube e não transforme de vez a incompetência em política pública. Porque, sejamos sinceros: se isso aqui não é uma ditadura de etiqueta nova, está fazendo cosplay de uma.

Bom, vamos aos números.

Vida Financeira

Seguimos com bons aportes em Novembro. O total de dinheiros novos foram de R$13.128,00. 65% em renda fixa, 33% em ações e 2% em FII.
Foram adquiridas ações de MDIA3 e PETR4. 
Também foram incluídas ações bonus distribuídas por: EGIE3, ITUB4 e VBBR3. Claro, essas novas ações não fazem parte do 13128,00 aportados.

Vida Pessoal

Esse mês fiz uma ótima viagem com a futura Maluca. Fomos para a praia e curtimos bastante. Foi bom para ela, que está vivendo um momento muito difícil. Aliás, nunca vi alguém tão cercado de problemas na vida. Infelizmente, a vida veio outra vez e deu mais uma pancada, e essa é das fortes. A mãe dela foi diagnosticada com câncer, e agora será preciso enfrentar todo o sofrido processo de tratamento. Eu sou ruim com as palavras e péssimo para confortar as pessoas.

Meu irmão parece que não vai voltar com a ex. Ele está triste, mas acredito que o maior motivo seja a distância do filho.

No mais, minha vida continua no ritmo de um cruzeiro, e estou feliz por isso.

É isso, senhores. Até mais.

Fiquem com essa ótima tirinha:



terça-feira, 4 de novembro de 2025

Fechamento de Outubro de 2025 R$ 857.378,00 ou R$ +28.639,00 ou +3,46%


E aí, seus defensores de bandidos, tudo em paz?

Se você não está aí defendendo os “inocentes” do RJ, talvez seja hora de rever o seu papel nessa sociedade gloriosa em que vivemos.

Parece que, finalmente, os nossos brilhantes políticos descobriram que a segurança pública do país está uma tragédia. Uau, parabéns a eles — só demorou umas décadas pra perceber, né?

Eu venho dizendo: o próximo presidente vai ganhar se prometer acabar com a farra dos bandidos. Só isso. Meu único critério de voto agora é simples — quem tiver as propostas mais duras contra criminosos, leva meu voto.

Enquanto isso, com a pedra já na mão (figurativamente, claro… ou não), vamos dar uma olhada em como estão as finanças.

Vida Financeira

Mais um mês de bons aportes — mas poderia ser melhor? Poderia. Ainda estou com um gasto mensal muito elevado. Um valor que me deixaria satisfeito seria um total de gastos de, no máximo, R$7.000, o que aumentaria em cerca de R$3.000 os aportes.

Mas não vou reclamar: estou aportando bem acima do esperado e mantendo uma boa qualidade de vida.

Total de aportes: R$14.218,00 — sendo 40% em Renda Fixa e 60% em FIIs.

Ah, e 20% da Renda Fixa foi aplicado no tenebroso CDB do falido Banco Master. Vamos ver no que isso vai dar. Na teoria, está tudo dentro do que o FGC cobre — e, aliás, estou bem longe do limite.

Vamos aos gráficos:

Vida Pessoal

Zé Tampinha se foi — nasceu Fábio Steves.
E eu confesso: me identifiquei profundamente com essa parte dele — “introspectivo, caseiro ao extremo, autista e apaixonado por fotografia!”
Tirando a fotografia… e o autismo (talvez)… parece uma descrição feita por alguém que me conhece há anos.

Sobre o autismo, nunca comentei muito. Mas minha ex, que trabalhava na área, um amigo do meu irmão e até algumas outras almas iluminadas sempre disseram que eu sou “estranho pra conversar”. Que pareço “meio autista”.
De fato, tenho meus problemas de relacionamento desde pequeno. Hoje, adulto, só viro um tagarela de verdade quando bebo demais — vocês que acompanham aqui já sabem bem disso.

Enfim, boa sorte, Fábio! Espero que continue escrevendo, criando novos blogs e — quem sabe — um dia a gente não se encontra pra beber umas (com moderação, claro).
Ah, e desculpem meus crimes contra a língua portuguesa… o português sempre me odiou, eu apenas retribuo o sentimento.


Agora, senhores, preparem o pano de prato e a trilha sonora do terror doméstico: estou prestes a juntar os trapos.

Sim, depois de meses em guerra comigo mesmo, decidi tentar de novo. Fiz até um convite bonitinho de “juntar os trapos” — parece até um filme de terror com final feliz. Se tudo der certo, vai ter cerimônia, aliança, bolo e lágrimas de emoção (ou desespero).

Não é meu sonho, mas é o da minha mãe: ver algum filho casando “como manda o figurino”.
Eu só queria que durasse mais de dois anos. Para sempre? Talvez. Mas pra isso, eu precisaria de um exorcismo completo na minha mente antes.

Sempre contei aqui sobre o meu namoro leve, livre — do jeito que sempre sonhei.
Mas, claro, liberdade incomoda. Sempre teve alguém pra dizer à minha namorada:

“Ele vive como um homem solteiro, não é digno de você.”

Pois é. Ela, aos trancos, barrancos e respirações profundas, aprendeu a lidar.
Agora, veremos como será quando estivermos sob o mesmo teto… que Deus nos acuda.


A verdade é simples e sombria: depois do meu último casamento, eu não aceito perder nem um pingo da minha liberdade.
Relacionamento, pra mim, não é sobre prisão domiciliar com benefícios.
Qualquer sinal de cela emocional, eu já começo a surtar.
Mas também penso: não custa tentar.
Se der errado, cada um volta pro seu caixão — digo, pro seu canto — e vida que segue.


Ah, e antes que eu me esqueça — meu irmão agora é um PSOL: pai solteiro oficial da loucura.

Infelizmente, a ex dele era uma mistura de carcerária e vilã de novela mexicana — só que sem o glamour.
Minha mãe cuidava da criança, meu irmão limpava a casa, cozinhava, fazia tudo…
e a ingrata ainda falava mal da minha mãe por aí e detonava o pobre coitado.
Pra completar, o homem nem podia assistir ao jogo do time dele!

Depois descobrimos que toda a novela trágica que ela contava sobre a “família tóxica” dela…
era, na verdade, a autobiografia dela mesma.
A mulher não tem amigos, a mãe não gosta dela, a irmã muito menos,
e agora, parabéns pra ela, ganhou o ódio coletivo da nossa família também.


É isso senhores, até a próxima. 

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Atenção Jovens, não case antes de ler esse post!

Se você acompanha esse blog, já sabe boa parte do que passei. Mas pra quem chegou agora, um resumo rápido: já fui casado, fiquei solteiro e hoje tô num namoro.

Aprendi muita coisa na prática, do jeito mais doloroso possível. Ninguém nunca me deu dicas de verdade. Só diziam que “casar é parte da vida” e “um novo capítulo lindo blá blá blá”. Balela. Vamos aos fatos:

Quando você casa, geralmente tem menos de 32 anos. Supondo que você começou a ganhar dinheiro lá pelos 25, até pode ter juntado algo pra entrada de uma casa e bancar o casório. Isso se tudo for planejado, claro. Mas o cenário mais comum é outro: você tá duro, sem grana, e a mulher começa a te pressionar pra casar logo.

No meu caso, quando casei a primeira vez, meu pai tinha uma casa largada, caindo aos pedaços. Eu ia reformar de qualquer jeito — fosse solteiro ou casado — e assim fiz. Minha ex não gostou porque queria uma casa “zero bala”, mas engoliu. Eu, na época, era praticamente um escravo diante da rainha. Resumindo: um betinha.

Nos separamos e, felizmente, a casa não estava no meu nome, então não entrei com esse prejuízo no divórcio.

E aqui vai minha dica, caso você esteja pensando em se amarrar:

Dicas sinceras sobre casamento

  1. Não faça filhos cedo. Espere o tempo certo. Ter filho é coisa séria, não brinquedo. Se fizer cedo demais, você trava sua vida.

  2. Não faça festa de casamento antes de morar junto. Namorar é uma coisa, morar junto é outra totalmente diferente. Quando vocês juntam as tralhas, tudo muda: contas a pagar, divisão de tarefas, rotina, menos intimidade (se você morava sozinho), e até a chance de descobrir que sua parceira/parceiro é um vagabundo preguiçoso. E se você bancar uma festa antes de viver isso, vai se enrolar em dívida à toa.

  3. Não compre casa de cara. Aluguem uma por 1 ou 2 anos. É mais barato e te dá a real visão de como é viver com a pessoa. Nesse tempo, vai juntando dinheiro: da festa, da entrada de um imóvel, do que for. Se perceber que a relação é uma âncora e não uma parceria, você se livra com muito menos dor (e menos dívida).

  4. Casou? Segura mais um tempo. Espere pelo menos 2 anos antes de planejar filhos. Dá tempo de firmar a base da relação e entender se o casamento é realmente sólido.

  5. Regime de casório. Quando estiver no período de teste, vá ao cartório e faça um contrato de namoro. E quando finalmente for casar, PELO AMOR DE DEUS, faça no regime "SEPARAÇÃO TOTAL DE BENS".


Essa é minha dica de vida: não se jogue no casamento só porque “todo mundo faz” ou porque te pressionaram. Teste, conviva, avalie. O custo do erro é alto demais pra você brincar de conto de fadas.


terça-feira, 7 de outubro de 2025

Quanto nós contribuímos para o DES-governo em 2024?

Em 2024, o governo federal arrecadou R$ 2,652 trilhões em impostos e contribuições. Três letras e um número que parece senha de Wi-Fi de banco. E adivinha quem bancou essa bolada? Sim, nós.

Segundo o IBGE, o Brasil tinha 212,6 milhões de habitantes no ano passado. Dividindo a conta, cada brasileiro “colaborou” com cerca de R$ 12.480 em 2024. Ou, se preferir em parcelas suaves: mais de R$ 1.000 por mês. Quase como uma assinatura premium de um serviço que você não pediu, não pode cancelar e que, de brinde, ainda te entrega filas no SUS, buracos na estrada e burocracia com senha e senha da senha.

Mas a matemática fica ainda mais divertida quando olhamos apenas para os adultos entre 18 e 55 anos — ou seja, aqueles que realmente produzem, trabalham e sustentam o resto da engrenagem. Esse grupo ficou responsável por, em média, R$ 26.550 por pessoa em 2024. Dá quase R$ 2.200 por mês. Uma mensalidade de academia chique em São Paulo, mas sem o personal trainer e sem o resultado ou uma média de uma GP por fds das mais tops. 

E o retorno? Bom… enquanto você espera duas horas por um atendimento médico, ou paga pedágio para dirigir em rodovia esburacada, lembre-se: você já deu a sua “contribuição”. O governo não é sócio do seu negócio, mas age como se fosse: pega a parte dele, mesmo quando o lucro não vem.

No fim, a grande pergunta é: se eu realmente contribui com tudo isso, onde está a parte que deveria voltar para mim?

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Fechamento de Setembro de 2025 R$ 828.739,00 ou R$ +23.785,00 ou +2,95%

Olá, quase falida blogosfera. A cada mês que passa, mais um blog fecha no Brasil. Triste realidade. Agora foi o Zé Tampinha, com promessas de volta. Fico realmente chateado, porque a gente cria uma conexão emocional com essas pessoas invisíveis. Adorava ler as histórias malucas do Pobretão, as putarias do Investidor Troll, a luta do Stifler Pobre, as economias insanas do Mestre do Centavo, e tantos outros... até o Corey. Pelo menos tivemos algumas voltas, como a do Heavy Metal.

E é isso: seguimos sobrevivendo. Entre a proximidade do milhão ou a ameaça da falência, batalhando para não sermos sugados por essa coisa imunda chamada política brasileira.

Uma das maiores irritações da minha vida sempre foi essa casta de políticos. Essa classe de merda só defende os próprios interesses. A PEC da Blindagem é, sem dúvida, um dos maiores absurdos que já vi. Se você é cidadão, deveria gravar a lista dos partidos que votaram “SIM” e nunca mais colocar o dedo na urna para eles. Toda essa palhaçada foi costurada para que a PEC da Anistia passasse. A família Bolsonaro foi a que mais arregaçou o cu desse país para a corrupção. E claro, o PT agradece de braços abertos.

Agora inventaram vale-gás, vale-put@, vale-tudo. Cada hora é um benefício novo que esse partido cria. Pergunto: quem vai querer trabalhar desse jeito? Vi um meme que resume bem: “Você tira 500 reais de uma pessoa e distribui para outras 5. No fim, você ganhou 5 votos.” É exatamente isso.

Mas por que temos políticos tão ruins? Porque a população também é ruim. Simples assim. O reflexo é direto. Sinceramente, acho que só 20% do país trabalha de verdade para sustentar os outros 80%. Até quando isso vai funcionar? Não sei. Só sei que estou cansado. E já estudo maneiras de driblar o fisco e pagar o mínimo de imposto possível. Meu plano é: quando (ou se) chegar nos 2 milhões, mover esse dinheiro e ter residência fiscal em outro país. Não quero mais contribuir com essa máquina podre.

Mas chega de choradeira. Bora para as contas.

Vida Financeira

Esse mês consegui aportar um total de R$ 13.832,00 em dinheiros novos. Gosto quando o valor passa dos 12k — sinal de que o trabalho gringo continua salvando.

Sigo firme tentando reduzir meus gastos e ainda na busca por um bom aplicativo financeiro. Achei alguns, mas todos querem cobrar logo de cara ou só liberam 15 dias de teste. Vamos ver no que dá. Atualmente uso o Mobbils; já testei o Organizze e o Minhas Economias, mas nenhum me agradou. Saudades do finado Olívia.

O aporte foi dividido assim: 90% em Renda Fixa, um pouco em Tesouro Direto, outro tanto em FII e uns trocados em ações da Klabin. Como é barata, sempre acabo comprando algumas só pra aproveitar o troco que sobra.



Vida Pessoal

Esse mês foi pesado. Perdi um parente muito próximo em um trágico acidente. Ainda não consigo imaginar como os outros envolvidos vão lidar com isso daqui pra frente. Só espero que tenham força suficiente para superar um momento tão cruel.

Por outro lado, viajei para a cidade natal da minha namorada e reencontrei todos os amigos dela. Pra mim, esse tipo de socialização é sempre difícil. Não tenho interesse em saber da vida dos outros e também não gosto de falar da minha, então qualquer conversa vira um esforço enorme. E isso já é complicado na vida normal, imagina em grupo.

Falando nela, estamos MUITO bem. É até estranho pensar que já são quase quatro anos juntos e seguimos em harmonia. O problema da relação, no caso, sou eu. Dou dor de cabeça pra ela porque continuo indo a botecos, bares, jogos de futebol, shows... e claro, isso a deixa insegura. Além disso, meu humor não é dos melhores, e a convivência prolongada sempre foi um ponto frágil. Dois dias juntos e a coisa já ficava azeda.

Mas estou me esforçando. Trabalhar na convivência trouxe uma melhora enorme. Hoje sinto ela mais feliz e percebo que estamos mais alinhados. Sempre falei aqui: ela é um diamante raro. Se em algum momento as coisas caírem no padrão das mulheres que só complicam e jogam contra, melhor ajustar ou terminar logo. Mas, com ela, sinto que encontramos um equilíbrio, porque temos conversas francas e abertas.

Enquanto isso, um amigo meu vive o oposto. O relacionamento dele está de mal a pior. Além de implorar pra conseguir fazer qualquer coisa, a namorada tem surtos: já quebrou coisas dele, destruiu carro e, pelo que sei, até partiu pra agressão. A situação é tão ruim que ele precisa mentir até pra sair com a própria mãe.

Enfim, é isso, senhores. Obrigado por me acompanharem por mais um mês.
Ah, e se alguém tiver indicações de blogs legais, por favor, me mandem.