Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Diversos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de setembro de 2026

Brasil o país dos Heróis

"Até a Máfia tem etica"

Quando comecei a entender um pouco, ou talvez nada, de política, lá pelos meus 14 anos, eu adorava assistir a debates. Adorava sonhar com o futuro glorioso do país. Era praticamente a mesma sensação de quando você joga na Mega-Sena acumulada e começa a fazer planos mirabolantes com aquele dinheiro que, muito provavelmente, nunca vai existir.

Você paga o jogo para sonhar. Essa é a verdade.

Mas, enfim, voltando à política.

Vamos ser sinceros: o FHC, ou melhor, os responsáveis pela criação do Real, foram os primeiros grandes heróis brasileiros da minha geração. Afinal, conseguiram livrar o Brasil daquela aberração chamada hiperinflação. Depois, veio a reeleição e a vida seguiu.

Logo em seguida, começou a surgir por aí a história de que um homem que nunca tinha trabalhado de verdade, vindo lá do Nordeste, seria o grande Herói Nacional. O homem que iria enfiar a faca nos patrões, defender com unhas e dentes o pobre coitado do Trabalhador e, finalmente, colocar o Brasil nos trilhos.

Talvez tenham surgido outros heróis nesse intervalo. Minha memória não é tão boa assim para acompanhar toda essa produção industrial de salvadores da pátria.

Até que apareceu um tal de Sérgio Moro.

Moro prendeu o Herói dos Trabalhadores e, imediatamente, ganhou sua própria capa de herói. Mais um grande salvador nacional nasceu. O homem que enfrentaria os poderosos, acabaria com a corrupção e colocaria os criminosos atrás das grades.

Só que, alguns anos depois, o herói virou rato.

E virou rato graças a um novo herói que surgiu depois de um ato com milhares de outros heróis, que ajudaram a jogar a Escolhida para fora do Planalto. De repente, qualquer pessoa ligada ao partido do Herói dos Pobres passou a ser tratada como lixo nacional.

Era hora de um novo salvador.

E eis que surge, das profundezas do baixo clero, um novo herói brasileiro.

Dizia-se que ele seria o Herói da Moralidade. Agora sim! Acabariam os ratos, a corrupção, a velha política e todos os males do país. Nascia o Herói Anti-Sistema.

Claro que havia um pequeno detalhe: o sujeito passou anos mamando nas tetas da República.

Mas isso era apenas um detalhe. Afinal, heróis não precisam ser coerentes.

E não era apenas ele. Toda a família parecia ter encontrado seu próprio caminho para o maravilhoso mundo da política brasileira.

Então veio uma onda de vírus.

E o nosso Herói da Moralidade fracassou.

Talvez porque fosse atlético e viril demais, resolveu tratar o vírus como uma mera gripezinha, dessas que se resolvem com água. Nem precisava ser benta.

Nova eleição.

E o Herói dos Pobres e dos Trabalhadores derrota o Herói da Moralidade.

Os fiéis do Herói da Moralidade, inconformados com a derrota, fazem uma anarquia e, no meio de toda aquela confusão, nasce mais um herói brasileiro.

Dessa vez, não era apenas um herói.

Era o Rei de todos.

O Herói da Democracia.

E assim foram passando os anos, até descobrirmos que o Herói da Democracia talvez não tivesse exatamente tanto de democrático e republicano quanto seus fiéis imaginavam.

Mas não há problema.

Porque o Brasil é uma fábrica de heróis.

E agora surge mais um.

O Herói de DEUS!!!!


Enquanto os heróis são trocados, presos, desconstruídos, canonizados e depois novamente demonizados, o povo continua lá.

Infeliz.

Esperando pelo próximo salvador.

Acreditando que, dessa vez, finalmente apareceu alguém diferente. Alguém que vai colocar tudo no lugar. Alguém que vai acabar com a corrupção, salvar a economia, defender o povo, destruir os inimigos e, quem sabe, transformar o Brasil no país do futuro.

De novo.

E de novo.

E de novo.

A verdade é que toda vez que se cria um herói, alimenta-se um Coringa.

E o mais curioso é que, no Brasil, parece que nunca faltam heróis.

Nem Coringas.


Música


segunda-feira, 21 de setembro de 2026

E se eu me aposentasse hoje

E se eu me aposentasse hoje

E aí, senhores, tudo bom com vocês?

Depois de passar alguns bons anos perseguindo o milhão, finalmente cheguei lá. E, como todo bom ser humano que acabou de conquistar alguma coisa, a primeira pergunta que vem à cabeça não é “o que eu faço agora?”.

É:

E se eu parar de trabalhar?

Calma, chefe. Não estou dizendo que vou pedir demissão amanhã, colocar uma bermuda, comprar uma passagem só de ida para a Bahia e passar o resto da vida tomando cerveja olhando para o mar.

Embora a ideia seja tentadora.

A questão é outra. Depois de acumular um patrimônio considerável, comecei a pensar em quanto tempo esse dinheiro poderia sustentar minha vida caso eu decidisse, por algum motivo, simplesmente não depender mais do meu salário.

E aí entra a famosa regra dos 4%.

Resolvi fazer uma pequena experiência usando os meus próprios números históricos de rentabilidade.

Peguei um patrimônio inicial de R$ 1.107.359 e simulei o que teria acontecido se eu tivesse me aposentado naquele momento e começado a retirar dinheiro da carteira.

A ideia foi testar duas maneiras diferentes de aplicar a famosa regra dos 4%.

E o resultado ficou interessante.

A famosa regra dos 4%

Para quem nunca ouviu falar, a ideia é relativamente simples.

Você acumula um patrimônio e, no primeiro ano da aposentadoria, retira 4% dele para viver.

Se você tivesse R$ 1 milhão:

R$ 1.000.000 × 4% = R$ 40.000

Ou seja, R$ 40 mil por ano, ou aproximadamente R$ 3.333 por mês.

A promessa implícita é que, mantendo uma carteira diversificada e uma taxa de retirada razoável, o patrimônio teria boas chances de durar por um período bastante longo.

Obviamente, não existe mágica.

O mercado pode cair, você pode viver muito mais do que imaginava, pode gastar mais do que deveria, pode aparecer um governo querendo “ajudar” seu patrimônio a evaporar e, principalmente, os retornos não aparecem de maneira bonitinha e organizada.

Por isso achei interessante fazer o teste usando os meus próprios rendimentos históricos.

Minha carteira contra a aposentadoria

Nos dados utilizados na simulação, os rendimentos nominais anuais foram:

Ano Rendimento
201611,19%
201712,56%
20185,46%
201911,90%
202011,13%
2021−2,75%
2022−3,58%
202319,08%
20246,72%
202512,52%

Como dá para perceber, não foi exatamente uma linha reta.

Tivemos anos bons, anos ruins, dois anos consecutivos de queda e depois um baita retorno em 2023.

Ou seja, é justamente o tipo de sequência que torna esse tipo de simulação interessante.

Parti de R$ 1.107.359 e comecei a retirar dinheiro todos os anos.

Só que fiz de duas maneiras diferentes.

Fórmula 1: sacar 4% do patrimônio todos os anos

A primeira é a mais intuitiva.

Todo começo de ano eu olho para o patrimônio e penso:

“Quanto temos aqui?”

Depois pego 4%.

Se tenho R$ 1 milhão, retiro R$ 40 mil.

Se no ano seguinte tenho R$ 1,2 milhão, retiro R$ 48 mil.

Se tenho R$ 800 mil, retiro R$ 32 mil.

É simples.

O problema é que a renda para viver fica variando conforme o patrimônio.

Ano Patrimônio inicial Retirada anual Retirada mensal Rendimento Patrimônio final
16R$ 1.107.359R$ 44.294R$ 3.69111,19%R$ 1.182.053
17R$ 1.182.053R$ 47.282R$ 3.94012,56%R$ 1.277.265
18R$ 1.277.265R$ 51.091R$ 4.2585,46%R$ 1.293.135
19R$ 1.293.135R$ 51.725R$ 4.31011,90%R$ 1.389.175
20R$ 1.389.175R$ 55.567R$ 4.63111,13%R$ 1.482.079
21R$ 1.482.079R$ 59.283R$ 4.940−2,75%R$ 1.383.626
22R$ 1.383.626R$ 55.345R$ 4.612−3,58%R$ 1.280.768
23R$ 1.280.768R$ 51.231R$ 4.26919,08%R$ 1.464.084
24R$ 1.464.084R$ 58.563R$ 4.8806,72%R$ 1.499.958
25R$ 1.499.958R$ 59.998R$ 5.00012,52%R$ 1.620.185

O resultado é interessante.

Comecei com R$ 1,107 milhão.

Durante os dez anos, retirei aproximadamente R$ 534 mil.

E mesmo depois de todas essas retiradas, terminei o período com aproximadamente:

R$ 1,62 milhão.

Minha retirada mensal, que começou em aproximadamente R$ 3.691, chegou a R$ 5.000 em 2025.

Nada mal.

Mas existe um problema.

Se eu estivesse realmente aposentado, eu provavelmente não gostaria de chegar ao supermercado em 2025 e descobrir que meu dinheiro de aposentadoria compra menos coisas do que comprava em 2016.

A inflação existe.

E é aí que entra a segunda versão.

Fórmula 2: os 4% corrigidos pela inflação

Essa é a versão que acho mais interessante.

No primeiro ano, continuo retirando 4% do patrimônio.

No meu caso:

R$ 1.107.359 × 4% = R$ 44.294

Ou aproximadamente:

R$ 3.691 por mês.

Só que no ano seguinte eu não olho novamente para o patrimônio para calcular os 4%.

Eu simplesmente pego os R$ 44.294 e corrijo pela inflação.

Se a inflação foi de 6,29%, a retirada passa a ser:

R$ 44.294 × 1,0629 = R$ 47.081

E faço isso ano após ano.

A ideia é manter o poder de compra da retirada.

Assim, se o patrimônio estiver subindo, ótimo.

Se estiver caindo, azar do patrimônio.

A aposentadoria continua recebendo sua correção pela inflação.

Ano Patrimônio inicial Retirada anual Retirada mensal Rendimento Patrimônio final
16R$ 1.107.359R$ 44.294R$ 3.69111,19%R$ 1.182.053
17R$ 1.182.053R$ 47.080R$ 3.92312,56%R$ 1.277.492
18R$ 1.277.492R$ 48.465R$ 4.0395,46%R$ 1.296.144
19R$ 1.296.144R$ 50.253R$ 4.18811,90%R$ 1.394.189
20R$ 1.394.189R$ 52.419R$ 4.36811,13%R$ 1.491.150
21R$ 1.491.150R$ 54.636R$ 4.553−2,75%R$ 1.396.966
22R$ 1.396.966R$ 60.133R$ 5.011−3,58%R$ 1.289.015
23R$ 1.289.015R$ 63.614R$ 5.30119,08%R$ 1.459.159
24R$ 1.459.159R$ 66.591R$ 5.5496,72%R$ 1.486.134
25R$ 1.486.134R$ 69.728R$ 5.81112,52%R$ 1.593.683

Aqui a coisa fica ainda mais interessante.

A retirada começou nos mesmos R$ 3.691 mensais.

Mas, graças à correção pela inflação, chegou a aproximadamente:

R$ 5.811 por mês em 2025.

Durante o período, foram retirados aproximadamente R$ 557 mil.

E ainda sobraram aproximadamente:

R$ 1,59 milhão.

Ou seja, depois de dez anos vivendo da carteira, eu ainda teria mais patrimônio nominal do que tinha quando comecei.

Mas qual das duas é melhor?

Calma.

Não vou cometer o pecado de transformar isso em uma competição de planilha e declarar um campeão.

As duas regras têm características diferentes.

Na primeira, retiro 4% do patrimônio todos os anos.

Isso faz com que minha renda acompanhe diretamente o tamanho da carteira.

Se o patrimônio cresce, posso gastar mais.

Se o patrimônio cai, tenho que apertar o cinto.

Na segunda, começo com os 4% e depois corrijo a retirada pela inflação.

Isso proporciona uma renda mais previsível em termos de poder de compra, mas coloca mais pressão sobre o patrimônio quando os mercados passam por períodos ruins.

E meus próprios números mostram isso.

Na primeira estratégia, terminei com aproximadamente R$ 1,62 milhão.

Na segunda, aproximadamente R$ 1,59 milhão.

A diferença não foi gigantesca.

Mas existe.

O detalhe que mais me chamou atenção

O mais interessante para mim não foi nem o patrimônio final.

Foi perceber quanto uma carteira de pouco mais de R$ 1 milhão poderia gerar para sustentar uma pessoa.

Começando com R$ 1.107.359, minha retirada inicial seria de aproximadamente:

R$ 3.691 por mês.

Com a correção pela inflação, essa renda chegaria a aproximadamente:

R$ 5.811 por mês em 2025.

E isso considerando apenas o patrimônio investido e os rendimentos históricos da minha carteira nesse período.

Agora vem a parte que me faz olhar para os meus próprios gastos e começar a fazer contas.

Se eu conseguisse manter minhas despesas próximas de R$ 5 mil a R$ 7 mil por mês, dependendo do estilo de vida, não estamos falando de um número completamente absurdo.

Estamos falando de algo que começa a parecer possível.

Não necessariamente hoje.

Mas possível.

E se eu realmente me aposentasse hoje?

Essa é a pergunta que fica.

Tenho pouco mais de R$ 1 milhão.

Se eu simplesmente parasse de trabalhar, provavelmente teria que mudar algumas coisas.

Não poderia continuar gastando como se meu salário fosse infinito.

Viagens teriam que entrar na planilha.

Restaurantes e bares também.

Carro, manutenção, saúde, casa e todos aqueles pequenos gastos que parecem insignificantes individualmente, mas que adoram formar uma quadrilha no final do mês.

E existe ainda um pequeno detalhe chamado:

eu gosto de continuar aumentando o patrimônio.

Depois de passar tantos anos correndo atrás do milhão, seria um pouco estranho chegar lá e imediatamente começar a correr na direção contrária.

Além disso, ainda quero chegar muito mais longe.

O milhão deixou de ser o destino final e virou apenas uma placa na estrada.

Então, por enquanto, a resposta é:

não, eu não vou me aposentar hoje.

Mas a pergunta ficou muito mais interessante.

Antes, eu pensava:

“Quanto preciso juntar para poder parar de trabalhar?”

Agora começo a pensar:

“Quanto tempo falta para o meu patrimônio conseguir pagar minhas contas sozinho?”

E existe uma diferença enorme entre essas duas perguntas.

A primeira coloca o trabalho como protagonista.

A segunda começa a colocar o patrimônio.

Talvez a verdadeira independência financeira seja exatamente esse momento em que você percebe que não precisa necessariamente trabalhar até morrer para pagar as contas.

O dinheiro começa a trabalhar no seu lugar.

E, sinceramente, depois de tantos anos trabalhando para ele, já estava na hora desse vagabundo começar a fazer a parte dele.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Governo roubou sua aposentadoria (Mas calma, foi para o seu próprio bem)

Se você tem menos de 50 anos e ainda acredita que vai se aposentar pelo INSS, eu tenho duas notícias para te dar. A primeira é que o Papai Noel não existe. A segunda é que o Coelhinho da Páscoa também é uma farsa, mas pelo menos ele te dá chocolate antes de sumir com o seu dinheiro.

Recentemente parei para analisar o meu extrato do CNIS, aquela folha de papel deprimente que o governo emite para mostrar o quanto você já trabalhou e o quanto eles já morderam da sua carteira. O INSS, que os íntimos chamam carinhosamente de Isso Não Salva Ninguém, funciona com uma lógica matemática fascinante: você trabalha hoje para pagar o sustento de quem já se aposentou. É basicamente o maior, mais antigo e mais legalizado esquema de pirâmide da história da humanidade. Charles Ponzi chora de inveja no caixão.
Fiz as contas com base no meu próprio histórico. Tenho 40 e poucos anos de idade e já contribuí por longos 22 anos. A única maneira para se aposentar hoje é por idade aos 65 anos. Descobri que minha média salarial calculada pelo governo está em R$ 4.195,26. Olhando as regras oficiais, decidi simular dois caminhos possíveis. O resultado é de chorar no banho em posição fetal.

O Teatro das Regras Oficiais do INSS

No primeiro cenário, imagine que eu decida chutar o balde e parar de trabalhar ou de contribuir hoje mesmo, esperando sentado até os 65 anos chegar. Pela regra atual, eu receberia apenas 64% da minha média. Isso significa que o governo me pagaria uma esmola estimada de R$ 2.684,97 por mês.
No segundo cenário, sendo um cidadão exemplar, eu continuo trabalhando e contribuindo por mais 5 anos seguidos. Meu tempo total vai para 28 anos. Com isso, meu percentual de direito sobe para 76% da média. O valor da aposentadoria vai para R$ 3.194,49 por mês.
Reparou na piada? Trabalhar por mais 5 longos anos da minha juventude para entregar mais dinheiro ao Estado me garante um aumento de míseros R$ 509,52 por mês na velhice. É um excelente negócio, mas apenas para o governo.

A Mágica dos Juros Compostos vs A Mágica do Sumiço Estatal

Agora vamos para a parte com suspiros de filme de terror. Se pegássemos cada centavo que fui obrigado a repassar para a previdência estatal desde 2002 e aplicássemos em um investimento privado com juros conservadores de 9% ao ano, eu teria hoje um patrimônio acumulado de R$ 279.314,87.
Se eu parasse de trabalhar hoje e deixasse esse bolo de R$ 279 mil rendendo sozinho a essa mesma taxa de 9% ao ano, aos meus 65 anos eu teria um patrimônio final de R$ 2.027.021,29.
Você leu certo. Mais de 2 milhões de reais na conta.
Se aos 65 anos eu decidisse viver apenas dos rendimentos desse dinheiro, mantendo a aplicação em 9% ao ano, eu teria uma renda mensal estimada de R$ 14.594,55 por mês. Isso tudo sem nunca encostar no meu prêmio principal de 2 milhões de reais, que ficaria intacto.
Compare os dois mundos:
  • Pelo INSS, parando hoje, eu ganho R$ 2.684,97 por mês e o governo fica com tudo quando eu morrer.
  • Pelo mercado financeiro, parando hoje, eu ganho R$ 14.594,55 por mês e deixo 2 milhões de herança.
Mas o governo, na sua infinita sabedoria e bondade paternal, olha para você e pensa: "Não, o cidadão médio é muito burro para cuidar do próprio dinheiro. Deixa que eu cuido".
Aí eles pegam a sua grana, passam pelo triturador de Brasília, pagam o lagostim dos ministros, financiam obras superfaturadas e, quando você estiver com a coluna travada e sem cartilagem nos joelhos, te devolvem aquela esmola da regra de transição. Se você morrer um dia antes de pedir o benefício, o Estado agradece o patrocínio.

O Plano de Contingência

A verdade nua, crua e levemente deprimente é que a nossa geração foi assaltada à luz do dia. O governo não roubou a sua aposentadoria ontem, ele está roubando um pouquinho todo mês, direto na fonte.
A única saída realista para não passar os últimos dias da vida comendo miojo sabor galinha caipira é aceitar o luto. O INSS morreu. Se você quer ter dignidade na velhice, o seu plano de previdência precisa ser criado por você, bem longe das garras do Palácio do Planalto.
Invista por fora. Compre títulos, ações, fundos, ou até mesmo enterre moedas de ouro no quintal. Qualquer coisa é mais segura do que confiar o seu futuro a um comitê de políticos que gasta mais com o cartão corporativo em um fim de semana do que você vai receber de aposentadoria a vida inteira.
Até o próximo colapso financeiro, e que o mercado esteja com você (porque o governo certamente não está).

segunda-feira, 14 de julho de 2025

Bolsonaros, uma família de covardes

Até hoje me pergunto que merda passa na cabeça de alguém pra defender político. Esses parasitas foram colocados lá com o único objetivo de não nos ferrar, e ainda assim é nosso dever lembrá-los diariamente, com todo o ódio necessário, que estão ali pra servir, não pra reinar. Político não é ídolo, é funcionário do povo — e funcionário vagabundo tem que levar esporro, cobrança e, se possível, um chute no traseiro nas urnas.

Acompanho com desprezo esses fanáticos bolsonaristas, cegos por um líder de merda. Bolsonaro é um dos homens mais covardes, fracos e oportunistas que já pisou neste país. Usou um exército de zumbis ignorantes pra empurrar seus interesses pessoais, abandonou aliados à própria sorte, e agora… agora é isso aí.

O filhinho dele tá lá nos Estados Unidos, babando as botas do Trump, implorando por uma anistia que não é pra quem apanhou por ele, não é pros otários que se lascaram acreditando na cruzada messiânica. É só pro papai. O resto? Que se dane.

E pra conseguir esse perdãozinho sujo, o moleque ainda tem a cara de pau de incentivar o Trump a foder o Brasil inteiro com tarifas, represálias, o que vier. Dane-se o país. Dane-se o povo. Dane-se tudo. O importante é manter a bunda do clã fora da cadeia.

É isso, meus caros: o Brasil virou uma piada trágica. O povo, cada vez mais alienado, cada vez mais burro, bate palma pra maluco dançar. Uma geração inteira cresceu sob o cabresto de 18 anos de petismo, e agora engole bolsonarismo como se fosse a salvação. É de cair o cu da bunda.

Essa nação não vai morrer. Mas está apodrecendo aos poucos, corroída por ignorância, idolatria política e um masoquismo coletivo que parece não ter fim.



sexta-feira, 27 de junho de 2025

A nova revolução: Inteligência artificial.

Passamos por duas grandes revoluções: a Revolução Industrial e a Era da Internet.

Quem nasceu na década de 1980 certamente se lembra de como era a vida sem internet, sem sites, e de como tudo isso surgiu como uma enorme novidade nos anos 1990. Quem nunca usou o Humortadela ou o bate-papo do UOL para conhecer pessoas?

Essas grandes transformações sempre vieram acompanhadas de muito receio. Na Revolução Industrial, o medo era de que máquinas substituíssem trabalhadores. Na era digital, falava-se em desburocratização e em uma gestão mais eficiente. Agora, nesta nova revolução liderada pela inteligência artificial, quem trabalha com o intelecto está apreensivo — e eu me incluo nesse grupo.

A IA já é capaz de gerar vídeos impressionantes — quem viu os vídeos da “Marisa Maiô” sabe do que estou falando. Confesso que, no início, achei que fosse real. Se a IA consegue criar vídeos e imagens tão convincentes, codificar — que envolve apenas texto estruturado — torna-se um desafio ainda mais simples para ela.

Atualmente, no meu trabalho, já estamos implementando soluções baseadas em inteligência artificial que escrevem código a partir de funcionalidades existentes. Estou, inclusive, desenvolvendo um sistema de testes quase inteiramente com IA. Raras são as vezes em que preciso interferir manualmente no código.

Ao que tudo indica, os profissionais com funções operacionais ou braçais talvez sejam os únicos com algum tipo de estabilidade — ao menos até que os robôs humanoides, como os da Tesla, entrem de vez no mercado. Aliás, os robôs já dançam, o que é no mínimo curioso.

Por outro lado, juízes, parlamentares e outros profissionais ligados ao sistema institucional talvez estejam protegidos, não pela natureza do trabalho, mas sim pela estrutura do Estado. No caso da Justiça, uma IA com revisão humana talvez trouxesse um sistema mais justo e imparcial — afinal, ela não teria interesses políticos.

Inclusive, já estou utilizando IA para me auxiliar na escrita dos meus textos. Eles podem soar um pouco artificiais, é verdade, mas gosto do resultado final, especialmente pela correção gramatical e clareza. As imagens dos últimos posts que publiquei também foram geradas por inteligência artificial. Meus próximos passos? Pretendo lançar o “Podcast do Malucão”, para os fechamentos mensais e outras novidades interessantes. Vamos ver se consigo tirar isso do papel.

Resumindo: na área de tecnologia da informação, os desenvolvedores estão bastante inseguros com o que vem por aí. Não acredito que a substituição será total, mas certamente haverá uma grande sobra de mão de obra — e, com isso, é provável que os altos salários comecem a cair. A entrada de novos profissionais também deverá ser impactada, já que a demanda tende a diminuir com o aumento da automação.

Um conselho final para os solteiros: aproveitem a IA a seu favor. Ela pode ajudar a criar uma boa descrição para o Tinder, melhorar suas fotos (inclusive te colocar ao lado de uma Ferrari, se quiser), e até responder mensagens. Basta colar o que a pessoa escreveu e deixar o ChatGPT criar uma resposta criativa para você.



segunda-feira, 9 de junho de 2025

Como ser um homem de valor.

A real, meu amigo (ou minha amiga), é que o mundo não é complicado. A gente que tem um dom maravilhoso de pegar algo simples e transformar num caos emocional, existencial e financeiro.

Quer entender como a vida funciona? É só olhar ao redor. Na selva, quem manda é o mais forte. No mercado, é quem tem dinheiro. Na mesa do bar, é quem tem mais histórias boas (ou quem paga a rodada, claro). A regra é clara: quem tem mais, manda mais.



👉 Um cara forte, treinado, parrudo, vai ter mais vantagem na porrada do que aquele tio que vive de Doritos e Netflix.
👉 Um cara com grana manda mais que quem tá com o nome sujo no Serasa.
👉 E quem tem cérebro afiado, cultura, papo bom, também atropela quem acha que a capital da França é Buenos Aires.

Agora segura essa: e quem ganha? O rico ou o forte? Depende do ringue. No banco, o rico. No octógono, o forte. Na vida... ganha quem souber jogar.

E é disso que esse texto fala: do jogo. E da regra mais importante dele — ou você tem valor, ou vira Pokémon dos outros.

Antes de você começar a sonhar acordado com aquele combo de mulher top nível, padrão Instagram, ou com aquele mozão nota mil, se faz uma perguntinha básica no espelho:

👉 Quem é você na fila do pão?

  • Seu corpo é top, médio ou tá no modo "precisa urgente de manutenção"?

  • Sua conta bancária faz barulho ou é só o eco do vazio?

  • Você consegue trocar ideia sobre qualquer coisa ou seu papo morre no “e aí, tudo bem”?

  • Mora sozinho ou sua mãe ainda te pergunta se quer ovo frito?

  • Tem filhos? (não julgo, mas conta no jogo)

  • Você é aquele cara divertido da roda ou o primo chato que todo mundo evita no churrasco?

Faz essa análise sincera. Porque, meu chapa, não tem coach que mude a realidade: valor atrai, falta dele afasta.

Aceita essa verdade amarga: mulher bonita, só de existir, já tá valendo ouro. O mercado é inflacionado, cruel e completamente desbalanceado.

E não adianta fingir que não é assim. Você vê um cara todo desengonçado, sem graça, que nunca viu uma mulher gata de perto… Quando finalmente consegue, ele vira um verdadeiro capacho de luxo. Faz tudo. Vira Uber, iFood, personal stylist, terapeuta, paga Pix e ainda acha que tá arrasando.

E calma, que o plot twist também existe:
👉 Sabe aquela tia 50+ que descolou um boy novinho, saradão e cheio de energia? Você acha que ela vai largar fácil? Jamais. Porque ela sabe que achar outro igual é mais difícil que achar nota de 200 reais em circulação.

Sabe aquele gordo que conseguiu uma mina nível deusa do Olimpo? Ele vira escravo emocional instantaneamente. Porque no fundo, ele sabe que se ela sumir, ele volta pro modo hard da vida: punheta, pizza e Netflix.

Quando Você Percebe Que Virou o Cadelinha

E é aqui que o terror começa:
Se você acha que tá num relacionamento, mas não pode mais sair, não pode mais ver seus amigos, não pode nem rir de um meme sem pedir autorização... parabéns, você não tem uma namorada. Tem uma síndica da sua vida.

Falo com propriedade. Já estive lá. Já fui aquele trouxa que trocou rolê, show, amigo e até minha dignidade por migalhas emocionais. E quer saber? Humilhação total. E o pior? Tenho amigo repetindo o mesmo roteiro: mal começou a namorar e já virou funcionário da firma “Meu Amor LTDA”. O cara parou de sair, de jogar, de viver.

Teve até o dia que fui pra um festival, o brother falou que ia também… Chegou lá? O cara parecia que tava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. A namorada dele olhava pra mim como se eu fosse tráfico, sequestro e estelionato, tudo junto. O maluco nem podia ficar a dois metros de mim. Patético.

Moral da História (Que Dói, Mas Te Salva)

👉 Ou você sobe seu valor — físico, financeiro, intelectual e social — ou você vai passar o resto da vida aceitando migalha, pedindo permissão pra existir e vivendo no modo “cadelinha de luxo”.

E aqui não tem papo de “ai, que horror, que superficialidade”. A vida é assim. Você querendo ou não. O mercado não é justo. Nunca foi.

👉 Quer ser livre? Quer ser dono da sua vida? Então para de ser pangaré emocional.
👉 Investe em você. Cuida do teu corpo. Melhora tua mente. Faz teu dinheiro. Aprende a ser interessante.
👉 E principalmente: para de ser tapete. Tapete só serve pra limpar pé.

Ah, e antes que venham os comentários revoltados:
Esse texto vale pra homem, mulher, cachorro, gato, papagaio e até aquele primo chato do churrasco.

Se doeu? Ótimo. Dor é sinal que tá na hora de mudar.

PS. Mais uma vez o ChatGPT me ajudando e muito no texto. Agora sou um escritor quase profissional hahahahahha

sexta-feira, 30 de maio de 2025

O valor de um homem

Volta e meia esse assunto surge e rende aquelas reflexões de bar — geralmente regadas a cerveja quente e teorias furadas —, especialmente sobre a tal “mulher dos sonhos”, agora embasada na nova bíblia moderna: o tal do Red Pill (que mais parece bula de remédio tarja preta).

Quando eu era solteiro, meu critério era simples, direto e honesto: me causou desejo? Tá valendo! Filhos? Problema nenhum — desde que ela fosse linda, sexy e despertasse aquela faísca. Agora… se envolver emocionalmente? Jamais! Eu era turista no parque da putaria, com ingresso vitalício e sem intenção de mudar para a ala dos namorados.

Mas, e aí... o que essa fase me trouxe? Simples. Me transformei em um homem mais blindado que carro forte. Um cara que não se apega fácil, que entende que o mundo é um buffet livre de possibilidades e, principalmente, um homem que não se deixa enganar pelo combo “beleza + voz doce”. E olha… já saí com mulheres maravilhosas, daquelas que fazem até pastor querer pecar. Mas nunca caí na cilada do “olhar 43”. Fui moldado na... digamos... universidade da libertinagem. Graduação, mestrado e doutorado — com louvor.

Hoje, ironicamente, estou namorando. E, claro, não poderia ser diferente: uma mulher incrível. Bonita, inteligente, independente financeiramente. Daquelas que, se cai na mão de um cara carente, ele vira um vira-lata emocionado, mendigando atenção, lambendo as migalhas que sobram no prato dela. Cena triste.

Mas, olha, esse meu eu atual não nasceu do nada, não, viu? Quem acompanha o blog sabe da minha saga: saí de beta manhoso, que implorava por uma gota de atenção feminina, para um homem que, olha… pra uma mulher entrar na minha vida hoje, é quase mais difícil que ganhar na Mega-Sena sem jogar. Cuidei do corpo, do bolso, da mente, do estilo. Falei uma nova língua (não, não é a língua do amor, é inglês mesmo, porque dinheiro mora lá fora). Minha mente ficou tão afiada que hoje sou quase um monge... só que da liberdade, não da castidade.

E qual a moral da história, meu querido leitor? Simples: você, mudando, pode ter o que quiser. Liberdade, mulheres incríveis, experiências, dinheiro. O jogo muda. Porque homens de valor real estão mais escassos que nota de R$ 1,00.

Quando comecei a namorar, olha que plot twist: minha atual também tinha outros contatinhos. E adivinha? Uns caras MUITO mais ricos que eu. Mas… carentes. Uns poodle tremendo de ansiedade por uma lasquinha de atenção dela. Enquanto eu? Na minha. Sempre no mood: “Amo minha liberdade. Faço o que quero. Quem quiser, se adapta. Quem não quiser… boa sorte.”

Resultado: ela, que era dona dos rolês, começou a perceber que eu não tava nem aí. Começou a me cercar, dar sinais, sinais mais claros que farol alto na cara. E aí, como quem não quer nada… plim! Estamos juntos. De forma leve, natural e sem aquelas novelas mexicanas.

O mais engraçado? Ela vive me dizendo:
— “Sério, não sei o que acontece com você. Já rodei esse mundo dos homens e não entendo… fico completamente viciada em você. E você nem parece que me quer!”
E eu só penso:
— “Não é que eu não te quero. É que eu me quero muito mais.”

Simples assim. Eu amo sair sozinho, viver minha vida, tomar minha cerveja, trocar ideia, viajar... e sinceramente? Dane-se se ela acha isso estranho. Ela é livre. E eu também. Não vigio, não olho rede social, não mando textão passivo-agressivo. E sabe o que isso faz? Aos olhos dela, eu sou aquele cara raro, que ela ralou pra conquistar e, ao mesmo tempo, parece que pode perder a qualquer momento — porque, spoiler: eu não dependo dela pra nada. E sabe quem me falou isso? Ela mesma.

— “Você é o homem mais confiante que eu já conheci.”
Ah, coisa linda de ouvir.

Agora você vai perguntar:
— “Mas, maluco, e se ela te trair?!”
E eu te respondo, olhando nos olhos da sua ansiedade:
— “E daí? Olha pro seu redor. Traição hoje é mais comum que golpe no WhatsApp. Se rolar, simples: ou termino, ou mudamos nosso modelo de relação. Inclusive, já tentei propor no começo, mas ela não segurou a onda. Tentamos dois meses, deu tela azul nela, pediu pra voltar ao modo tradicional.”

O que é fundamental num relacionamento?

Proteção. E não tô falando de camisinha (também, né, pelo amor de Deus). É proteção financeira. Casamento pode ser a maior falência da sua vida se você não se blindar. Então, antes de assinar qualquer papel, contrate um advogado, faça um pacto antenupcial, proteja seu patrimônio. Amor é lindo, mas pix cancelado dói mais que chifre.

E sobre filhos… Nem pensar antes de ter CERTEZA ABSOLUTA de que essa pessoa não vai virar seu maior arrependimento e que você entenda que ela REALMENTE É UMA MULHER DE VALOR.

O que é uma mulher de valor?

E aqui vai ter nego espumando, especialmente os fiéis da Red Pillândia. Mas, sinceramente? Minha régua é diferente. Se eu já fiz suruba com três, com seis, com doze, não faz sentido eu exigir pureza angelical, né? Cada um tem seu passado e, spoiler: ele não define ninguém.

Já fiquei com novinhas maravilhosas, mas quebradas. Já fiquei com gerente de multinacional, que falava três línguas, bem-sucedida e gata pra caramba. Já fiquei com médica, advogada, herdeira milionária (a ponto de eu não saber nem abrir uma torneira na casa dela). Já fiquei com mãe solo, sem grana, mas companheira top. Já fiquei com interesseiras que só ofereciam beleza e uma buc*** parcelada em 12x sem juros — e, obviamente, descartei como camisinha usada.

Sabe o que aprendi? Mulher de valor, pra mim, é simples: bonita, inteligente e independente financeiramente. Ponto.

— “Ah, mas ela é mais rodada que nota de dois reais!”
— E eu também, parceiro. E tamo vivendo, feliz e bem.

Inclusive, percebi que, por mais que a mulher fosse da pá virada, quando encontrava um homem de valor, ela naturalmente se acalmava, criava juízo, ou pelo menos fingia bem.

E é isso. Fica aí meu relato, meus aprendizados e, pra finalizar, vou compartilhar um post que vi esses dias — não é de minha autoria, mas bateu tanto que parece até que foi escrito por mim. E, sem querer querendo, faço quase tudo que ele lista.

Obs. Quero deixar meus cents ao ChatGPT. Eu escrevi o texto e ele lindamente deixou o texto maravilhoso. Dá até vontade de escrever um livro, será?

10 Maneiras Brutas de Fazer Qualquer Mulher Correr Atrás de Você:
1. Aumente o Seu Valor
Um homem que está sempre se aprimorando é irresistível.
Malhe, corra atrás dos seus objetivos e conquiste sua independência financeira.
Quando você está subindo na vida, ela vai querer subir junto.
Fraqueza é uma escolha; força é uma decisão.
2. Seja Misterioso
Não revele todas as suas cartas logo de cara. Mantenha o mistério.
Quanto menos ela souber, mais curiosa ela vai ficar.
Mistério atrai.
Os fracos falam demais; homens fortes preservam seu poder.
3. Controle a Sua Atenção
Pare de dar acesso ilimitado a você. Sua atenção é um bem precioso – trate como ouro.
Quanto menos você der, mais ela vai querer.
Não seja o cara que está sempre disponível.
Cresça ou saia do caminho.
4. Domine o Poder do Silêncio
Às vezes, o silêncio fala mais alto que qualquer palavra.
Quando ela espera uma reação, mostre indiferença calma.
Isso vai deixá-la louca tentando entender o que se passa na sua mente.
Fique atento: o silêncio é uma arma.
5. Passe nos Testes Dela Sem Pestanejar
Mulheres vão te testar pra ver se você é de verdade.
Não se abale, não reaja de forma exagerada.
Leve na brincadeira, mantenha a confiança e passe em cada teste com firmeza.
A verdade é simples: os fracos falham, reis vencem.
6. Saia Quando For Preciso
O maior movimento de poder? Ir embora.
Se ela souber que você está disposto a sair quando for desrespeitado, ela vai lutar pra te manter por perto.
Se você decepcionar, terá que se apresentar diante do conselho da irmandade. Não deixe isso acontecer.
7. Construa Prova Social
Quando outras mulheres te admiram, ela te deseja ainda mais. É duro, mas é real: mulheres competem.
Seja o tipo de homem que chama atenção, e ela vai correr atrás só pra provar que é digna.
8. Flerte Sem Compromisso
Flerte para criar tensão, mas não se apresse em firmar nada.
Mantenha o clima leve, divertido, e deixe-a sem saber onde está pisando.
O que excita é a caçada – não facilite demais.
9. Controle Suas Emoções
Mulheres correm atrás de homens emocionalmente firmes.
Não deixe que palavras ou atitudes dela te abalem.
Permaneça centrado, focado – nunca deixe que ela veja você perder o controle.
Saia do drama e entre no seu propósito.
10. Seja um Homem de Propósito
Um homem com uma missão é imparável.
Quando você persegue algo maior que ela, ela vai querer fazer parte do seu mundo.
Aquilo que você tolera vira o seu padrão – eleve o nível.

quinta-feira, 18 de maio de 2023

As mulheres realmente gostam dos cafajestes?


 E aí nobre senhores. Vamos a um assunto um pouco quanto que delicado: "Mulheres e seus gostos na visão de um homem".

Se você acompanha esse blog desde o princípio, sabe como eu era quando o comecei: 
Magro, beta, casado, vivendo a vida casa-> trabalho, sem amigos direito.

Apesar de eu sempre ser meio safado. Tenho isso em minha essência. Juro que tentei me enquadrar no padrão normal da sociedade.

Ok, com aquelas características, vivi por quase 10 anos com uma pessoa, casei e assim foi... Tudo fracassou. 

Eis que estava 5 anos solteiro e comecei a namorar novamente. 

Hoje sou:
Tenho um bom corpo, corte de cabelo que deixa com cara de soldado militar, ganho bem, falo inglês, inteligente (já era tb), melhorei a aparência, e não escondo mais meu lado safado e sou um tipo foda-se. Da noitada, da farra, da putaria. 

Muito mudou, certo? Sim.

Após 2 anos de solteiro, o que mudou muito em mim também foi começar a ter muitas mulheres disponíveis. Muitas ao ponto de eu não ter tempo de sair com todas, logo, me tornei indisponível. Com tantas mulheres, muitas histórias.. Delas, das amigas. Disso eu observei uma característica fundamental nas mulheres, ou em pessoas: "Mulheres não gostam de homens disponíveis".

Se você é do tipo de cara que está sempre disponível, fofinho, faz de tudo para a sua amada, é super romântico, ela te chama e vc está lá em todos os momentos, faz de tudo por ela. AMIGO... tenho a triste notícia de que, ela faz chacotas de você por trás ou que tudo isso tem um percentual grande de durar uma relação curta.

Já presenciei muito homens que são o sonho de toda a mulher e elas fazerem chacotas deles. No churrasco em família, está lá o casal todo lindo, eis que a mulher se junta aos amigos dela e começa a falar do Fulano que não está dando a mínima para ela e ela já fez de tudo para "dar para o Fulano". Sim, o homem no churrasco e ela fofocando do Fulano e fazendo chacotas do esposo/namorado. 

Já presenciei mulher namorando o homem perfeito, indo para a academia só para fazer graça para o instrutor. Ou, dando mole para algum outro homem do trabalho. 

Já sai com mulheres que saiam com homens de boa aparência, com dinheiro, mas eram tão perfeitos e disponíveis que para elas a vida ficou chata e cansada. Ou, às vezes eram babacas demais por sentirem muito ciúme da pessoa e proibi-las de muitas coisas. OK, isso é outro fator. Homens possessivos de mulheres. Para mim, mulheres que convivem com esses homens gostam apenas pela adrenalina ou pela ameaça física que esse sujeito pode acarretar. Vocês mulheres, devem fugir de homens possessivos. E vcs homens, de mulheres possessivas.

Um conhecido meu, forte para um caralho, bem financeiramente, aparência OK, se veste bem, bom carro...massssssss... Faz absolutamente tudo para a mulher... TUDO.. Está lá em todo momento, faz declarações de amor maravilhosas e o resultado é que não para com nenhuma mulher. Elas sempre terminam com ele. Eu juro que não entendo.

OK, eu sei que posso ser estúpido pois só sei de casos assim e nem tudo é verdade. Mas uma coisa é certa. Mulheres gostam de adrenalinas. Você precisa criar isso. Mas como?

  • Não ficar sempre disponível
  • Elogiar a mulher somente quando ela realmente merecer.
  • Ter hobbies
  • Não ser dependente emocionalmente dela
  • Não ser dependente fisicamente dela (saia só, com amigos)
  • Ter amigos.
Claro, você precisa ser também fofinho, romântico. Mas tudo deve ser balanceado. Você não deve ser muito mais que ela e deve sempre entregar se ela merecer. 

Siga a teoria do gato e você sempre terá a pessoa que você quer por perto.

Finalizando isso, vou falar como eu sou:
Eu priorizo hoje a minha liberdade. Qualquer coisa que me emputece eu já deixo claro que nada vale mais que ela. Sou um tipo foda-se por essência. 
Nesses últimos tempos as pessoas aceitaram a ter relacionamento aberto comigo apenas por saberem que, se me prenderem eu vou mais fácil do que me deixar solto. E eu sigo um lema que: "Tudo é passageiro nessa vida e nada é para sempre". Já recebi feedbacks de mulheres que sou o tipo mais oculto e misterioso que elas conheceram na vida. Que não me entendem e que eu mentalmente deixo elas inseguras. Resultado: Levo adrenalina para elas. Adrenalina é uma droga potente para todo ser humano.


É isso senhores. Resolvi escrever isso após ver mais um amigo meu dar 1000% para uma pessoa e ser a pessoa mais perfeita que já vi e a mulher o descartar.

Causem Adrenalina nas pessoas.

Vou tentar escrever esses temas assim que tiver tempo:
- Eu, minha-ex e o filho dela.
- Sou rico, jantares caros. Mas ela quer um feio que a rejeita.
- Ela me quis, me apaixonei e fui para a sarjeta.
- Super rico, mas sem adrenalina e chato.
- Sou forte, bem financeiramente, carinhoso, estilo Alfa.. mas vivo como um Beta.


sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Respondendo ao anon - De um casamento fracassado para um arem

Depois de muito tempo, um artigo aleatório aqui. Graças aos pedidos do anom sobre minha evolução pessoal com as mulheres, saiu esse artigo.

O anom perguntou: 

"Foi casado por muito tempo e como você mesmo já disse não tinha essa abertura por parte de outras mulheres.

O que você acredita que fez com que essa situação mudasse tanto ao ponto de ter várias opções de escolha depois do fim do seu casamento?"

Bom, esse blog teve início ainda quando eu era casado. Isso é o legal do blog, está escrito desde essa época, aliás, eu tinha poucos meses de casado quando escrevi o primeiro artigo em Dezembro/2015, então quem acompanha aqui acompanhou toda essa minha história maluca. Quando eu era casado, eu sempre tentei me manter fiel, longe de civis para não afetar minha sanidade. Mas eu confesso, fisicamente eu era um desastre. Eu era um betoso nota 5 ou até 4. Durante o próprio casamento eu comecei a frequentar a academia e meu corpo e até o rosto foi melhorando. Pode ver que pessoas muito gorda ou magras o rosto sofre certa "deformação". Quando fiquei solteiro, melhorei para um 6.5, porém, eu agora sou uma pessoa mais madura e sem problemas e bem financeiramente. Essas característica já ajuda e muito. Em 2021, graças ao título do meu time, acabei raspando a cabeça e melhorou ainda mais minha aparência. De lá até agora venho fazendo procedimentos estéticos e aumentei de tamanho e melhorei também o meu modo de vestir. Também fiz cursos e me desafiei em alguns em relação a ser mais simpático. Eu era tímido. 

Resumindo, eu melhorei em todos aspectos: financeiramente, fisicamente, mentalmente, socialmente. Sim, mesmo ficando mais velho, fisicamente eu melhorei muito. Hoje sou um nota 8.5. Tem mulheres que falam que, eu só não sou 10 porque sou "baixo". Eu tenho 1.76. 

Até que idade você acredita que um homem pode ter esse tipo de atratividade, até que idade é possível ser um comedor?

Dos meus 17 até 31 não era nenhum pouco atrativo. Quando mostro minhas fotos as mulheres não acreditam que sou eu. Eu me divirto muito com isso. Mas tudo depende de como vc cuida do seu corpo. 

Se você olhar a vida do chefe Fogaça vai ver que ele tem 48 anos e ainda está no auge. 


Se você olhar o Vampeta, tem os mesmos 48 anos e não parece atraente para as mulheres.


Podemos analisar a evolução física do Paulo Nunes, jogador de Grêmio e Palmeiras e que hoje fisicamente está bem melhor.
Antes:

Atual:


Então, não depende da sua idade, depende de como você cuida do seu corpo, da sua mente. Mas para mim, hoje eu falo que minha vida útil de bonança é até uns 45 anos.

Você se relaciona majoritariamente com mulheres libertinas ou já conseguiu ficar também com mulheres mais "sossegadas"?

Apareceram mulheres de boas e que queria algo monogâmico e relacionamento sério. Eu dispenso mulheres assim e falo a verdade para elas. Eu realmente prefiro uma vida mais livre e dou preferência para mulheres com o mesmo tipo de pensamento que o meu atualmente. O importante é você se relacionar com pessoas que compartilham o mesmo tipo de vida que você quer. As mulheres libertinas, infelizmente, quando eu começo a fixar com elas, elas ficam monogâmicas comigo mesmo sabendo que eu estou saindo com outras. 

Minha preferência é que as fixas que eu saio tenha outros relacionamentos também, assim me deixa mais livre e não queiram tanto minha atenção. 

Então é isso, espero que tenha explicado aqui.