Olá, senhores da blogosfera.
É, não foi dessa vez que o 1 milhão veio. Bateu na trave. Faltou pouco, e o motivo foi justamente aquilo que já era esperado: a queda nos rendimentos da carteira.
Foram 12 meses seguidos de resultados positivos, o que, convenhamos, já estava quase estranho. A conta chegou. Neste mês, houve uma retração de 1,65%. Nada apocalíptico, mas o suficiente para adiar o tão simbólico momento do milhão.
E, claro, o mundo também não ajuda. Tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que dá a sensação de que estamos sempre a um passo de algum evento caótico global. O mercado, que não é bobo nem nada, sente isso antes de todo mundo e reage do jeito que sabe: puxando o tapete sem aviso prévio.
Seguimos. Porque, no fim, investir é basicamente isso: avançar dois passos, recuar um e fingir naturalidade.
Vida Financeira
Foi feito um excelente aporte neste mês, no valor de R$ 27.144,00 Alexandrinos. A origem dessa bolada foi uma bonificação da empresa, fruto dos lucros. Sempre bom quando o capitalismo resolve sorrir para o trabalhador.
Também realizei o resgate de um Tesouro Direto atrelado à Selic e direcionei o valor para a renda fixa. Mais especificamente, aquele clássico CDB de banco duvidoso, mas garantido pelo FGC. Um equilíbrio fino entre coragem e fé institucional.
Além disso, fiz compras em ações. Nesse caso, o motivo é o de sempre: nem todo o dinheiro que recebo eu trago para o Brasil. Uma parte fica lá fora, nos Estados Unidos, e acaba sendo investida por lá mesmo. O dinheiro basicamente decidiu tirar cidadania estrangeira e eu só aceitei.
Segue abaixo os relatórios.
Vida Pessoal
Eu e a senhorita Maluca tivemos nossa primeira DR. E, sinceramente, eu não entendo essa expectativa de que o sujeito aqui tenha poderes de adivinhação.
Já tivemos algumas conversas sobre isso e tínhamos combinado algo bem simples: comunicação direta. Se eu pergunto “quer que eu te leve?” ou “quer que eu faça isso?”, a ideia é receber uma resposta que reflita a realidade. Em alguns casos, eu ainda insisto na pergunta, e a resposta continua sendo “não precisa”.
Aí fica difícil ajudar, né. Se a resposta é “não”, eu respeito. Não tenho como adivinhar que, na prática, era “sim, mas quero que você descubra sozinho”.
A última DR foi justamente nessa linha. Ela esqueceu a garrafa de água e disse que não precisava voltar. Depois começou a reclamar que ficaria sem água e ainda puxou outras situações em que, novamente, tinha dito “não precisa”. Confesso que me estressei e trouxe à tona o combinado que já tínhamos feito sobre falar o que realmente quer.
Esse tipo de situação cansa. Ficar tentando interpretar sinal oculto, ler entrelinhas ou decifrar código emocional não é exatamente meu forte, nem algo que eu tenha interesse em desenvolver. Comunicação já é difícil sendo direta, imagina quando vira um jogo de adivinhação.
Ao mesmo tempo, eu entendo que isso não vem do nada. Ela tem uma dificuldade clara em desagradar as pessoas, algo que provavelmente foi moldado pela forma como foi criada. A influência do pai, como já comentei antes, deixou marcas bem profundas. É impressionante como uma pessoa consegue bagunçar a cabeça da outra por anos.
No fim, é ir ajustando aos poucos. Mantendo o que funciona e tentando corrigir o que desgasta.
No mais, está tudo indo muito bem. Tenho jogado bastante jogos de corrida online e me divertido bastante. Em breve, penso em dar um upgrade no setup, porque atualmente estou jogando em uma cadeira de praia. O desempenho pode até ser competitivo, mas a ergonomia definitivamente não acompanha.
Aliás, falando em cima de pessoas tóxicas em nossas relações, sugiro que dêem uma lida nessa matéria:


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