terça-feira, 31 de março de 2026

Fechamento Março de 2026 R$ 996.023,00 ou +10.422,00 ou +1,06%

Olá, senhores da blogosfera.

É, não foi dessa vez que o 1 milhão veio. Bateu na trave. Faltou pouco, e o motivo foi justamente aquilo que já era esperado: a queda nos rendimentos da carteira.

Foram 12 meses seguidos de resultados positivos, o que, convenhamos, já estava quase estranho. A conta chegou. Neste mês, houve uma retração de 1,65%. Nada apocalíptico, mas o suficiente para adiar o tão simbólico momento do milhão.

E, claro, o mundo também não ajuda. Tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que dá a sensação de que estamos sempre a um passo de algum evento caótico global. O mercado, que não é bobo nem nada, sente isso antes de todo mundo e reage do jeito que sabe: puxando o tapete sem aviso prévio.

Seguimos. Porque, no fim, investir é basicamente isso: avançar dois passos, recuar um e fingir naturalidade.


Vida Financeira

Foi feito um excelente aporte neste mês, no valor de R$ 27.144,00 Alexandrinos. A origem dessa bolada foi uma bonificação da empresa, fruto dos lucros. Sempre bom quando o capitalismo resolve sorrir para o trabalhador.

Também realizei o resgate de um Tesouro Direto atrelado à Selic e direcionei o valor para a renda fixa. Mais especificamente, aquele clássico CDB de banco duvidoso, mas garantido pelo FGC. Um equilíbrio fino entre coragem e fé institucional.

Além disso, fiz compras em ações. Nesse caso, o motivo é o de sempre: nem todo o dinheiro que recebo eu trago para o Brasil. Uma parte fica lá fora, nos Estados Unidos, e acaba sendo investida por lá mesmo. O dinheiro basicamente decidiu tirar cidadania estrangeira e eu só aceitei.

Segue abaixo os relatórios.

Vida Pessoal

Eu e a senhorita Maluca tivemos nossa primeira DR. E, sinceramente, eu não entendo essa expectativa de que o sujeito aqui tenha poderes de adivinhação.

Já tivemos algumas conversas sobre isso e tínhamos combinado algo bem simples: comunicação direta. Se eu pergunto “quer que eu te leve?” ou “quer que eu faça isso?”, a ideia é receber uma resposta que reflita a realidade. Em alguns casos, eu ainda insisto na pergunta, e a resposta continua sendo “não precisa”.

Aí fica difícil ajudar, né. Se a resposta é “não”, eu respeito. Não tenho como adivinhar que, na prática, era “sim, mas quero que você descubra sozinho”.

A última DR foi justamente nessa linha. Ela esqueceu a garrafa de água e disse que não precisava voltar. Depois começou a reclamar que ficaria sem água e ainda puxou outras situações em que, novamente, tinha dito “não precisa”. Confesso que me estressei e trouxe à tona o combinado que já tínhamos feito sobre falar o que realmente quer.

Esse tipo de situação cansa. Ficar tentando interpretar sinal oculto, ler entrelinhas ou decifrar código emocional não é exatamente meu forte, nem algo que eu tenha interesse em desenvolver. Comunicação já é difícil sendo direta, imagina quando vira um jogo de adivinhação.

Ao mesmo tempo, eu entendo que isso não vem do nada. Ela tem uma dificuldade clara em desagradar as pessoas, algo que provavelmente foi moldado pela forma como foi criada. A influência do pai, como já comentei antes, deixou marcas bem profundas. É impressionante como uma pessoa consegue bagunçar a cabeça da outra por anos.

No fim, é ir ajustando aos poucos. Mantendo o que funciona e tentando corrigir o que desgasta.

No mais, está tudo indo muito bem. Tenho jogado bastante jogos de corrida online e me divertido bastante. Em breve, penso em dar um upgrade no setup, porque atualmente estou jogando em uma cadeira de praia. O desempenho pode até ser competitivo, mas a ergonomia definitivamente não acompanha.

Aliás, falando em cima de pessoas tóxicas em nossas relações, sugiro que dêem uma lida nessa matéria:

https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/03/26/lidar-com-pessoas-dificeis-acelera-o-envelhecimento-e-pode-piorar-doencas-cronicas-entenda-relacao.ghtml

quinta-feira, 5 de março de 2026

Fechamento de Fevereiro de 2026 R$ 985.601,00 ou R$ +23.298,00 ou +2,42%

Olá, senhores da blogosfera.

Rapaz, como essa bolsa subiu, hein. Eu só acompanho no fechamento, então este balanço foi feito antes do Laranjão resolver brincar de geopolítica e atacar o Irã. Não faço ideia de como o mercado reagiu depois. Dependendo do humor do mundo, pode ter sido só um soluço... ou um tropeço daqueles.

Estou muito próximo do milhão. Mas estou tentando não me iludir muito, porque tenho a sensação de que em breve a bolsa pode dar uma bela despencada. Intuição de investidor calejado ou puro pessimismo brasileiro, ainda não sei. Talvez os dois.

Minha aposta é que vou bater o milhão e, logo em seguida, o mercado vai resolver lembrar que gravidade existe. Aí vem a queda e provavelmente alguns meses até o patrimônio voltar a encostar nesse número simbólico de novo. Bolsa tem dessas. Quando você acha que entendeu o jogo, ela vem e mostra que você é apenas um figurante bem comportado.

Mas tudo bem. No momento em que eu atingir o milhão, pretendo escrever um post específico sobre isso. Quero registrar o que pretendo fazer dali para frente, os sentimentos ao cruzar essa marca e também dar uma olhada na corrida até aqui. Porque, no fim das contas, a graça não está só na linha de chegada. Está na quantidade de tropeços elegantes que a gente dá no caminho.

Como de costume, vamos ao fechamento.

Vida Financeira

O aporte do mês foi de R$10.521 Alexandrinos novos.

Esse mês houve uma valorização de 1,31% no geral. Em ações, a alta foi de 1,99%. Já os FIIs subiram 2,89%.

Tempos atrás, tanto as ações quanto os FIIs estavam praticamente todos no vermelho. Um verdadeiro festival de números negativos, coisa que faria qualquer investidor questionar suas escolhas de vida.

Abaixo está a valorização desses ativos em ações brasileiras. A imagem está bem feiosa, mas cumpre seu papel.

Bora demonstrar os gráficos


Está perto do balanço “perfeito” de 40% e 60%. Mas confesso que estou pensando em deixar 50% e 50% entre renda fixa e renda variável. Um meio de campo mais confortável para a minha cabeça.

Vamos ver se consigo manter isso, porque nem todo o dinheiro eu trago para o Brasil. Uma parte eu deixo lá fora e compro ações ou ETFs. O motivo é simples: é um dinheiro que não volta. Ou pelo menos não tem previsão de voltar.

Então já fica por lá mesmo, trabalhando em dólar e vivendo sua própria vida financeira. Considero quase como um cidadão estrangeiro no meu patrimônio. Ele mora fora, investe fora e aparece aqui só para dar notícia de vez em quando.

Vida Pessoal

Bom, mais um mês com a Maluca e tudo continua indo muito bem. O curioso é como ela é completamente diferente da minha ex. Além de ser minha mulher, ela também é uma ótima parceira de rolê. Vamos a bares, shows, viagens e sempre nos divertimos bastante. No fim das contas, acabamos funcionando muito bem como dupla de bagunça organizada.

Infelizmente, os problemas que rondam a vida dela não são exatamente dela. São heranças familiares, daquelas que ninguém pede, mas aparecem mesmo assim. Explico melhor.

Eu escuto, dou alguns palpites quando ela pede e sigo minha vida. Não há muito que eu possa fazer, e mesmo que houvesse, provavelmente eu também não faria muita coisa. Sou bastante individualista com a vida. Acredito que cada um precisa resolver seus próprios problemas. Nem na minha família eu me intrometo muito. Normalmente apenas observo, faço algumas análises mentais e sigo o jogo.

Minha namorada é uma ótima pessoa e nossa convivência é excelente. O grande problema está na família paterna dela, especialmente no pai. É uma família carregada de problemas que parecem vir se acumulando desde o avô. Abuso, filhos cheios de traumas, um histórico que parece se repetir geração após geração.

Até hoje eu não entendo como a mãe dela conseguiu, ou ainda consegue, suportar aquele sujeito. O homem é uma verdadeira âncora na vida das mulheres ao redor dele. Humilha, maltrata, quebra as coisas, deve dinheiro para meio mundo, tem o nome sujo, não tem casa própria, mora de favor na casa da cunhada e, mesmo assim, ainda arruma energia para causar mais destruição.

Tenho quase certeza de que vários dos problemas de saúde física da Maluca e da mãe dela nasceram nesse ambiente. Anos vivendo sob pressão, estresse constante e convivendo com alguém que parece dedicado a tornar a vida dos outros mais difícil.

Mas também penso o seguinte: a culpa não é apenas dele. Chega um ponto em que continuar convivendo com pessoas que te puxam para o buraco passa a ser uma escolha. Mesmo sendo pai, mãe ou qualquer outro laço de sangue. Sangue não deveria ser corrente.

Progredir na vida já é difícil por natureza. Agora imagine tentar avançar carregando nas costas pessoas que funcionam como uma âncora de navio. Não tem planejamento financeiro, disciplina ou terapia que compense esse tipo de peso.

De resto, tudo fluindo bem.

Até a próxima, senhores.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

O Brasil é o país do futuro


Desde 1941, repete-se como um mantra mofado a frase: “O Brasil é o país do futuro”. Futuro. Sempre o futuro. Enquanto isso, o mundo andou.

O Japão saiu completamente destruído da Segunda Guerra Mundial, com duas bombas atômicas no currículo, e virou uma potência tecnológica global.
A Alemanha, dividida, arrasada e moralmente devastada, reconstruiu-se e tornou-se o motor econômico da Europa.
A Coreia do Sul, que nos anos 1960 era mais pobre que muitos países africanos, transformou-se em referência mundial em tecnologia e educação.
Singapura, um pântano sem recursos naturais nos anos 1960, virou um dos países mais ricos e organizados do planeta.
A China, mergulhada na miséria extrema até os anos 1970, tornou-se a segunda maior economia do mundo.

E nós? Continuamos repetindo a mesma frase, como se esperança fosse plano de governo.

A verdade é que este país parece ter desistido de ser nação para se acomodar como uma grande fazenda moderna: poucos senhores privilegiados e milhões sustentando a estrutura com impostos sufocantes. Nós, os pagadores de impostos, somos espremidos até a última gota. Eu gosto do Brasil — do povo trabalhador, da cultura, da energia — mas odeio profundamente a forma como tudo aqui é conduzido. Do cidadão que acha esperteza furar fila ou levar vantagem ao sistema inteiro que institucionalizou a ineficiência.

Com o chamado “caso Master”, o que antes ainda deixava espaço para dúvida sobre a seriedade das instituições, agora escancara um problema estrutural. A Justiça, já conhecida por sua morosidade e distância da realidade do cidadão comum, passa a imagem de um sistema que protege os seus e pune os de sempre. A sensação é de que as regras não são iguais — e isso corrói qualquer noção de República.

O Brasil virou um país que provoca revolta. Uma população exausta, dividida, anestesiada por promessas e paliativos, enquanto quem produz e paga a conta trabalha no limite. Há um cansaço coletivo no ar. Um barril de pólvora? Talvez. Ou talvez apenas um povo cansado demais para reagir.

Fala-se em mudança, mas o debate político parece um eterno retorno ao mesmo duelo pobre de ideias e rico em acusações. De um lado e de outro, lideranças que parecem mais interessadas em vencer do que em construir. E o país, sempre refém da polarização rasa.

O problema não é falta de potencial. Nunca foi. O problema é a cultura política da impunidade, do privilégio e da mediocridade institucionalizada. É o Estado inchado que exige cada vez mais e entrega cada vez menos. É a máquina que suga até a última fibra produtiva e ainda pede aplausos.

O Brasil não é o país do futuro. É o país da CORRUPÇÃO.

Se não houver ruptura com a cultura da corrupção, da complacência e do privilégio, o futuro continuará sendo apenas isso: uma palavra bonita usada para adiar responsabilidades

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Fechamento de Janeiro de 2026 R$ 962.303,00 ou R$ +45.815,00 ou +5%

Fala, nobres pagadores de impostos de Alexandrinos ou meros servos escravos de Tofolândia. Como estão sobrevivendo?

Hoje o blog completa 10 anos desde o primeiro fechamento. Sim, isso mesmo. Uma década escrevendo bobagens financeiras na internet e, surpreendentemente, ainda esxtou aqui. Mais surpreendente ainda é que estou próximo do tão sonhado milhão, aquele que só existe na planilha, mas já ajuda a dormir melhor.

Fuçando os arquivos antigos, vi que eu postava prints do Microsoft Money 99. Sim, noventa e nove. Um aplicativo jurássico de controle de finanças pessoais que eu usava religiosamente. Aliás, usei esse software por muitooooosss anooosss. 

Eu anoto absolutamente tudo o que gasto desde os meus 18 anos. Tudo mesmo. O problema é que, com tantas trocas de software, sites milagrosos e aplicativos modernos cheios de bugs e promessas vazias, acabei perdendo todo esse histórico. Anos de disciplina financeira jogados no limbo digital. Pelo menos ficou o trauma e a paranoia de continuar anotando cada centavo.

Vida Financeira

Parece que a bolsa resolveu praticar salto com vara. Só as ações deram um pulo impressionante de 4,26% no mês, coisa fina, daquelas que fazem o investidor iniciante achar que é gênio.

O saldo da carteira como um todo ficou em 3,17% no mês. Se fosse todo mês nesse ritmo, seria maravilhoso. Já estaria escolhendo a cor do iate e discutindo problemas sérios, como onde estacionar o helicóptero. Será que já posso começar a vender curso de investimentos?

Um dado curioso é que eu sempre vinha apanhando do famoso CDI. Pelo gráfico da minha corretora, faz uns três meses que ando conseguindo superá lo. Nada que justifique soberba, claro. Mas já dá aquele leve sorriso de canto de boca, típico de quem sabe que isso pode acabar a qualquer momento.



Vida Pessoal

Completou se um mês morando junto com a Srta. Maluca. Estamos muito bem. Nada de brigas e uma convivência surpreendentemente civilizada, o que por si só já é uma grande vitória estatística.

Recebi um aumento de salário no trabalho. Pela minha excelente performance, vieram generosos 4% de aumento. Confesso que fiquei bem decepcionado com o percentual, considerando tudo o que já colaborei com o sistema. Inclusive, praticamente salvei o projeto com soluções que hoje se perpetuam no sistema. Mas a regra da empresa é clara e imutável. Para pessoas com super desempenho, o prêmio máximo é esse mesmo. Meritocracia feelings.

Tive também um acidente doméstico feio e quase fui de arrasta. Estou me recuperando e, pelo visto, ficarei de 15 a 30 dias longe da academia. O corpo cobra, a idade responde e a ficha demora a cair.

De mais, é isso, senhores.

Tenham um ótimo carnaval.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Fechamento de 2025

E aí, nobres senhores. Chegamos a mais um fechamento anual, aquele evento místico que só acontece a cada 12 meses e me obriga a comparar a minha performance na corrida rumo à aposentadoria.

Enquanto o mundo ainda não implode, seguimos juntando dinheiro para a velhice. Afinal, se tudo for para os ares, sem grandes problemas. No fim das contas, a terra nos come do mesmo jeito.

Essa é a imagem de 2025

No ano passado eu estava razoavelmente preocupado com o início na nova empresa. Já neste fim de ano posso dizer, sem medo de errar, que estou consolidado e muito bem posicionado por lá. A preocupação agora é outra, algo que simplesmente não existia no radar anteriormente. O crescimento da IA.

Curiosamente, no fechamento passado eu nem citei inteligência artificial. Hoje ela faz boa parte do meu trabalho. O futuro chegou, sentou na minha cadeira e ainda pediu café. A minha esperança é que, quando eu finalmente for substituído por um algoritmo educado e que não reclama, eu já tenha pelo menos 2 milhões em dinheiros. Por enquanto, não tenho nem 1 milhão, o que transforma essa esperança em uma preocupação bastante concreta.

Mas chega de filosofia e ansiedade financeira. Vamos aos números de 2025.

O rendimento foi de 12,52 por cento. Abaixo do CDI e abaixo da taxa Selic. Ou seja, perdi para o básico, para o simples e para o botão automático do banco.

Ano de novos recordes. 
- Maior aporte já realizado até hoje: R$ 159.586,90. No ano anterior tinha sido R$ 119.794,00 em 2024. Isso dá uma média mensal de R$ 13.298,90, um número bem acima da meta da minha planilha da corrida do milhão, que prevê um aporte mensal de R$ 3.592,56. A planilha sonha pequeno. Eu não.

Esse resultado se deve basicamente ao meu trabalho na gringa. Aqui no Brasil a coisa não anda muito amigável para desenvolvedores. Encontrar um trabalho que pague 12 mil reais virou quase uma lenda urbana, algo que todo mundo conhece alguém que conseguiu, mas ninguém nunca viu de perto.

Dito isso, não tenho absoluta certeza de como anda o mercado interno. Estou fora dele há três anos, tempo suficiente para perder completamente a noção da realidade local e passar a achar normal receber em moeda forte enquanto o caos reina ao redor.


- Maior valor de dividendos já recebidos: R$ 23.044,00. No ano anterior tinha sido R$ 15.622,00 em 2024.

Hoje estou recebendo um pouco mais de um salário mínimo por mês em dividendos. A média gira em torno de R$ 1.920,00, o que me deixa genuinamente feliz. É um dinheiro que cai sem eu precisar pedir bom dia para ninguém, nem abrir reunião no Teams.

O lado amargo é que isso já supera o que muitos aposentados recebem. Fico feliz pelo resultado pessoal, mas triste pela constatação. Vivemos em um país miserável, onde descansar depois de uma vida inteira de trabalho virou privilégio, não direito.





Sobre o colchão de segurança, não fiz nenhum aporte ao longo do ano. Hoje o valor está em R$ 43.413,00. No ano passado estava em R$ 37.977,00. Ou seja, foi apenas o juros fazendo o seu trabalho silencioso, discreto e muito mais eficiente do que muita gente.

Bom, então é isso, senhores. Relendo o fechamento de 2025, percebo que não deixei nenhuma meta definida. O mesmo vale para agora. Talvez maturidade, talvez cansaço, talvez só falta de paciência para prometer coisas que a vida vai tentar sabotar.

Espero que em 2026 eu consiga superar 2025, embora não saiba se isso será possível. Preciso urgentemente fazer reformas na casa, aquelas reformas nada glamourosas, só manutenção mesmo. Pintura toda desgastada, algumas rachaduras meio suspeitas. Preciso resolver isso o quanto antes, antes que a casa decida se reformar sozinha.

O lado positivo é que existem algumas caixinhas que não entram nessa contabilidade. Dinheiro separado para fins específicos que acabaram não acontecendo ou sobrou. Um pequeno alívio psicológico para quando a realidade resolve cobrar juros emocionais.

Será que este ano eu chego ao Milhão? Estou bem próximo e absurdamente ansioso por isso. Tenho alguns gatilhos bem estranhos envolvendo esse número, assunto que fica para um momento futuro, quando eu estiver com menos preguiça e talvez um pouco mais introspectivo.

É isso, senhores.
Até breve.

Vou deixar uma música que retrata 2025 e o futuro de 2026.



quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Fechamento de Dezembro de 2025 R$ 916.488,00 ou R$ +21.656,00 ou +2,42%

 

E mais uma volta à Terra se conclui com "sucesso". O sucesso é só a volta mesmo.  O mundo parece caminhar com entusiasmo para um lado totalmente sombrio, como se fosse uma escolha consciente e bem planejada.

Enquanto isso, no país de Dias Alexandria, seguimos observando sem qualquer surpresa as movimentações curiosas, para dizer o mínimo, dos juízes brasileiros. Afinal, quando se é tratado como divindade, nada impõe limites. Nem a lógica, nem o bom senso, muito menos contratos milionários assinados com a maior naturalidade pelas suas estimadas esposas. Tudo absolutamente normal, claro.

Bom vamos ao fechamento do mês

Vida Financeira

Foram aportados R$ 11.236,00 em Alexandrinos novos. Tive gastos inesperados com o carro. Acabaram violando meu veículo e precisei arcar com alguns custos para consertá-lo. Dezembro também traz muitos gastos com mercado, por conta das compras de fim de ano e viagens.

Recebi incríveis R$ 6.397,00 apenas em dividendos de ações neste mês. Um marco.

A alocação foi de 65% em renda fixa e 35% em FII.

Seguem os gráficos:


Vida pessoal

Pela primeira vez, fui passar o Natal com a família da namorada. Foi um bate e volta rápido, porque na sexta eu precisei trabalhar. A passagem de avião foi baratinha. Eu estava bem cansado, e interações com outras pessoas são bastante estressantes para mim. Contava os minutos para voltar.

Teve confraternização com os amigos. Aí, para mim, as conversas são mais tranquilas. E foi isso, senhores.

A Maluca já está com toda a mudança para a minha casa. Estamos indo bem, e ela está com MUITO medo de eu dar um chute na bunda dela. Tanto que disse que eu tenho que aguentar pelo menos três meses, porque dá muito trabalho mudar.

Nada muito além disso.