sexta-feira, 29 de maio de 2026

Fechamento de Maio de 2026 R$ 1.030.652,00 ou +3.608,00 ou + 0,35%

Mais um mês se foi e seguimos firmes na caminhada. No mercado, as ações parecem que derreteram direto para o quinto dos infernos. Já no cenário político, as notícias continuam a mesma merda de sempre.

Eu só espero, do fundo do meu coração, que o brasileiro não seja otário o suficiente para enfiar o país de novo em um segundo turno entre o Luladrão e a Família Rachadinha Master. Deus me livre, eu não voto em nenhum dos dois pilantras. Mas ó, vou mandar o papo reto: se chegar nesse mesmo segundo turno apocalíptico, com um monte de outras opções por aí e o povo insistir nesses dois, eu voto no Luladrão só de pura raiva e birra.

Então, por favor, se você está pensando em votar na Família Rachadinha Master, faça um favor a si mesmo e mova o seu voto para qualquer outro ser vivo, poste de luz ou capivara que estiver na disputa. Qualquer coisa é melhor.

Vida Financeira

Bom, a carteira rendeu mal para cacete esse mês. A parte de ações brasileiras teve uma queda linda de 3,6% e, no geral, o patrimônio fechou em -1,42%. Pelo menos a engrenagem dos aportes não para: foram injetados R$ 18.505,00 de dinheiro novo. 

Como o dólar resolveu dar uma trégua e as ações lá fora não subiram loucamente, aproveitei a janela para aportar no exterior. Para balancear a bagunça, passei o facão em algumas ações por aqui e joguei esse dinheiro direto para os braços da Renda Fixa. Sim, meus amigos, vou continuar mamando nas tetas do CDI enquanto esses juros pornográficos do Brasil se mantiverem nesse nível. Se o governo quer pagar uma fortuna para eu deixar o dinheiro parado, quem sou eu para recusar?

Seguem os gráficos

Vida Pessoal

Se em um mês você atinge o sonhado milhão, no outro parece que a sua vida entrou em um submarino vagabundo da OceanGate e decidiu fazer turismo lá nas profundezas. Mas, para ser bem sincero, a minha vida financeira e pessoal estava até tranquila demais... até o trabalho resolver virar um manicômio.

Vocês lembram daquele papo de que a Inteligência Artificial ia roubar nossos empregos no futuro? Pois é, o futuro chegou mais cedo e com força total. Mas o problema nem foi a IA em si, e sim o bicho humano. Rolou uma briga digna de Casos de Família na equipe por causa de um elemento que, do nada, resolveu virar o "maníaco dos agentes". O cara botou dezenas de IAs rodando ao mesmo tempo, gerando milhares de features... de dia, de madrugada e no fim de semana, só para lacrar no relatório e sugerir implícitamente que o resto dos desenvolvedores não passa de um bando de vagabundos. Claro que ele não usou essas palavras, mas o corporativês entrega. Tudo começou porque outro "fã de IA" entregou um sistema, "propôs" umas soluções mágicas e foi condecorado pela chefia como o "Super Engenheiro de IA". Pronto, o nosso colega surtou de ciúmes e o parquinho pegou fogo. Uma super treta.

Mas pasmem: a revolução das máquinas nem é o meu maior problema. Em uma reunião com o Tech Lead, após o beta interno da empresa, percebi que o que estamos fazendo basicamente é construir uma bazuca atômica para matar uma formiga manqueta. Eu desenvolvo software para um mercado do qual nunca ouvi falar e não faço a menor ideia de como funciona. Só pego o escopo, codifico feito um macaco treinado e entrego. Eu, depois de um tempo, entendo o contexto  do negócio, mas como as pessoas realmente usam aquilo no dia a dia? Não manjo nada. E por isso mesmo, prefiro nem palpitar nas funcionalidades.

Aliás, o projeto tinha uma promessa linda de conectar usuários e fornecedores de forma revolucionária. O problema? Nosso "produto". O sistema teve uma avaliação tão desastrosa que os usuários disseram que não recomendariam o software nem para o pior concorrente. Resultado prático dessa genialidade? O nosso Diretor de Produto foi "de arrasta para cima" (leia-se: demitido), o projeto foi devidamente congelado e agora a equipe está no limbo, esperando para ver quem vai ser o próximo sacrificado. A culpa é nossa, dos desenvolvedores? Talvez um pouco. Mas nós entregávamos com louvor tudo o que aquela mente brilhante pedia. O problema foi o conceito doentio do sistema mesmo. Eu ainda acho que dá para reverter, até porque injetaram rios de dinheiro nisso. Nosso diretor era um visionário ou só um tolo completo? Nunca saberei. Talvez, para a galera da operação, ele devesse ter proposto algo simples e útil, deixando a parte complexa escondida no background. Mas agora o projeto parou, virou tudo um grande achismo e eu só vou saber se continuo empregado no mês que vem.

Mas segura o estômago, porque a bomba de verdade vem agora.

Esse evento não foi comigo, mas está destruindo o que restava de sanidade mental na minha família. Vocês lembram quando contei que meu irmão tinha se separado da patroa? Se não lembra do nível da peça, [clique aqui e leia o post sobre a ex dele].

Por incrível que pareça, essa bizarrice que vou contar é mais comum do que se imagina na nossa querida Bostilândia. Então fica o conselho para você, homem, que ainda tem a audácia de querer casar e ter filhos neste país: tome MUITO CUIDADO com quem você divide a cama. Peça a opinião sincera dos seus amigos sobre a criatura. Qualquer bandeira vermelha, pule fora sem olhar para trás. E isso serve para as mulheres também, embora vocês tenham o superpoder de saber que o cara é um lixo e continuar com ele assim mesmo. Até hoje não entendo por que uma amiga da minha namorada: linda, inteligente e independente, namora um sujeito que está literalmente sendo procurado pela justiça. E ela sabe! É o charme do crime, só pode.

Mas voltando ao drama familiar: meus senhores, o meu irmão foi proibido judicialmente de ver o próprio filho. O motivo alegado pela megera? "Estupro de vulnerável". Sim, a mãe acusou o próprio pai da criança de abuso. Ela teve a coragem de submeter o filho a todo o processo traumático de exame de corpo de delito só para usar o Estado como arma e proibir o pai de chegar perto.

"Ah, mas e se o seu irmão for realmente um monstro?". Garanto para vocês, com a minha vida, que não é. Quem conhece o mínimo de psicologia infantil sabe que criança violentada não fica implorando para ver o agressor; elas ficam horrorizadas, com medo. E o moleque é louco pelo pai. Ainda não temos todos os detalhes do processo e estamos correndo com advogado para tentar reverter essa loucura. Enquanto isso, minha mãe e meu irmão estão em queda livre no abismo da depressão. Vou ser sincero, a separação estava até pacífica demais para o meu gosto, principalmente sabendo o tipo de "espécime" com quem meu irmão tinha se envolvido. O golpe veio atrasado, mas veio forte.

Trago atualizações desse caso de tribunal assim que o advogado conseguir desenrolar algo.

Até mais, senhores. E fiquem espertos.

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