sábado, 6 de setembro de 2025

Fechamento de Agosto de 2025 R$ 804.954,00 ou R$ +38.030,00 ou +4,96%

 Vamos a mais um fechamento. E o país apesar de tudo, está indo bem. Imagina se tivéssemos políticos razoáveis. 

Ah, e temos marco histórico: 800K alcançados! Será que no ano que vem esse nobre ser chega ao tão sonhado 1 MILHÃO? Pela conta fria do planejamento, essa marca só seria batida em março de 2030.

Vida Financeiras

Com as sobras do mês passado (que segurei por conta da viagem) somadas aos valores deste mês, consegui realizar um bom aporte: R$ 21.130,00.
Mais uma vez, 90% foi direcionado para Renda Fixa — afinal, com esses juros altos, nada melhor do que aproveitar e comprar títulos.

Com tantas compras na Renda Fixa, a carteira voltou a se aproximar do equilíbrio planejado: 65% em ações e 35% em Renda Fixa. Atualmente, está em 62% – 38%.
A tendência é que, enquanto os juros permanecerem nesse patamar elevado, essa proporção continue a crescer. Quando a “bonança” dos juros altos acabar, aí sim o foco volta para a Renda Variável.


Vida Pessoal

Sigo a vida no compasso de um relógio. A novidade recente é que fiz uma viagem para a Europa. Que lugar maravilhoso! As cidades são encantadoras, cada esquina parece um cartão-postal.
Na volta para o Brasil, bateu aquela sensação inevitável: aqui parece uma grande favela.

Na França, fiquei impressionado. Meu hotel era próximo de um bairro mais pobre, habitado em sua maioria por imigrantes não europeus. Curiosamente, foi a parte mais suja que vi por lá: muito lixo espalhado e uma falta de cuidado geral. Ou seja, não é exclusividade do Brasil — parece ser mesmo uma questão de educação e de como cada comunidade se relaciona com o espaço onde vive.

Do lado bom, preciso confessar: as mulheres europeias são deslumbrantes. Magras, altas e incrivelmente bonitas. Foi complicado disfarçar os olhares, e minha namorada, claro, ficou irritada algumas vezes. 😅

Falando nela, o clima anda tenso. Ela tem me cobrado casamento com frequência, e eu realmente não quero isso. Mas é difícil, porque ela é uma mulher rara de encontrar: bonita, independente e inteligente. Talvez o maior deslize dela tenha sido justamente escolher este sujeito aqui, que não acredita em contos de fadas.

De resto, é isso, senhores. Até a próxima.



segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Fechamento de Julho de 2025 R$ 766.924,00 ou R$ +7.858,00 ou +1,04%

Aconteceram muitas coisas — não comigo, mas com o país. E ainda se foi o lendário Ozzy Osbourne. O velhinho maluco até que aguentou bem, viu?

Do lado da política, parece que os "Patriotas" estão tentando fazer gol contra e esqueceram que são... patriotas. Agora o molusco aparece dizendo que é o "Defensor da Pátria". Onde foi que erramos para ter esses caras como líderes supremos do país? Eu sento, observo e não sei se caio na gargalhada ou choro de desespero. O Brasil, faz tempo, virou um verdadeiro show de stand-up.

Enquanto o Brasil queima, parece que as coisas na Argentina vão bem:

"O jornal inglês The Telegraph destacou, neste sábado (19), que 'a aposta de Javier Milei no mercado livre está valendo a pena' e que chegou a hora do mundo perceber o 'milagre econômico argentino'. O texto, que ressalta as conquistas econômicas dos 18 meses de governo Milei, foi compartilhado pelo libertário em seu perfil no X. 'Fenômeno da vizinhança. A casta chora por isso', escreveu."

Vida Financeira

Esse mês o aporte foi mais modesto, já que estou segurando a grana para a viagem que farei em agosto. No total, foram aportados R$ 4.389,00. Comprei renda fixa e ações.

Uma debênture foi "quitada" antes do prazo, mas o estranho é que ela ainda aparece na carteira. Não entendi bem por que está assim, mas... segue o jogo.

Segue os gráficos:



Vida Pessoal

Minha namorada está mal de saúde este mês. Engraçado como agosto sempre ferra com ela nessa área — já virou quase uma tradição.

No trabalho, tudo continua tranquilo. Temos usado bastante Inteligência Artificial. Estou finalizando um app feito praticamente todo com ajuda da IA. Era um projeto antigo, que eu sempre enrolava para programar por pura preguiça. Agora, com a IA dando uma força, estou perto de lançar a versão Beta. Vai que eu fico milionário com ele, né? Kkkkkkkkk

Um fato curioso (anotei para não esquecer):
Uma amiga da esposa do meu primo entrou em contato. Conheço ela de algumas festas e tal. Veio perguntar se eu estava solteiro. Certeza que queria ir pro abate. Mas minha mente cretina e promíscua segue fielmente... promíscua. Por sorte, hoje a vontade de fazer merda está zerada. Pensei putarias com ela? Pensei. Mas ficou só na cabeça mesmo. Ela é bi, e eu sei bem o nível de safadeza que ela carrega. Vida que segue.

É isso. Pra mim é difícil evitar a putaria, mas sigo firme. Até mais, senhores.




segunda-feira, 14 de julho de 2025

Bolsonaros, uma família de covardes

Até hoje me pergunto que merda passa na cabeça de alguém pra defender político. Esses parasitas foram colocados lá com o único objetivo de não nos ferrar, e ainda assim é nosso dever lembrá-los diariamente, com todo o ódio necessário, que estão ali pra servir, não pra reinar. Político não é ídolo, é funcionário do povo — e funcionário vagabundo tem que levar esporro, cobrança e, se possível, um chute no traseiro nas urnas.

Acompanho com desprezo esses fanáticos bolsonaristas, cegos por um líder de merda. Bolsonaro é um dos homens mais covardes, fracos e oportunistas que já pisou neste país. Usou um exército de zumbis ignorantes pra empurrar seus interesses pessoais, abandonou aliados à própria sorte, e agora… agora é isso aí.

O filhinho dele tá lá nos Estados Unidos, babando as botas do Trump, implorando por uma anistia que não é pra quem apanhou por ele, não é pros otários que se lascaram acreditando na cruzada messiânica. É só pro papai. O resto? Que se dane.

E pra conseguir esse perdãozinho sujo, o moleque ainda tem a cara de pau de incentivar o Trump a foder o Brasil inteiro com tarifas, represálias, o que vier. Dane-se o país. Dane-se o povo. Dane-se tudo. O importante é manter a bunda do clã fora da cadeia.

É isso, meus caros: o Brasil virou uma piada trágica. O povo, cada vez mais alienado, cada vez mais burro, bate palma pra maluco dançar. Uma geração inteira cresceu sob o cabresto de 18 anos de petismo, e agora engole bolsonarismo como se fosse a salvação. É de cair o cu da bunda.

Essa nação não vai morrer. Mas está apodrecendo aos poucos, corroída por ignorância, idolatria política e um masoquismo coletivo que parece não ter fim.



quinta-feira, 3 de julho de 2025

Fechamento de Junho de 2025 R$ 759.066,00 ou R$ +34.234,91 ou +4,72%


E aí nobre pagadores de impostos, felizes? Cada dia que passa cresce em mim um profundo desgosto pela retórica rasa e populista da turma do “vamos taxar os ricos!”. Uma proposta vendida como justiça social, mas que, na prática, funciona como um espetáculo de mágica para plateia ingênua.

Afinal, alguém aí realmente acredita que os ricos pagam impostos? Sério mesmo? É preciso um esforço hercúleo de ingenuidade para crer que um empresário, diante de uma nova taxação, vai simplesmente absorver o custo e seguir em frente como um bom samaritano tributário. Não, caros idealistas: o repasse é inevitável — e adivinhem para quem? Exatamente, para você. Para o trabalhador, o pequeno consumidor, o “pobretão consciente” que bate panela fiscal sem saber que está sendo cozido dentro dela.

E se o repasse não for viável, se o custo apertar demais, acham mesmo que o capitalista de alta performance vai manter a residência fiscal neste paraíso tributário chamado Brasil? Claro que não. Ele aperta um botão, transfere sua fortuna para outro CEP — um com menos burocracia e mais respeito ao patrimônio — e segue a vida. Enquanto isso, nós continuamos aqui, acreditando que a equidade se constrói com slogans.

Portanto, um apelo: deixem de lado a retórica burra e o populismo de slide de PowerPoint. O mundo real não é feito de hashtags. E o Estado, como bem sabemos, não tributa quem pode pagar — tributa quem não pode escapar.

PARE DE SER BURRO SEU DOENTE MENTAL.

Vida Financeira


Enquanto a Bananalândia desce ladeira abaixo na marcha triunfal do improviso econômico, ao menos minhas finanças seguem a caminho da sanidade — o que, convenhamos, já é um milagre tropical.

Lá fora, o Laranjão — que, honestamente, começa a se parecer mais com um agente russo do que com um presidente — anda completamente descompensado. Talvez seja só mais uma temporada da série “Impérios em Declínio”, versão americana (literalmente).

Voltando à realidade da planilha: este mês, 90% dos meus aportes foram direcionados, com amor e cautela, ao Tesouro Direto. Sim, continuo financiando o governo com a esperança ingênua de que ele me pague de volta — e até agora, pasmem, tem funcionado. O restante foi alocado em ações lá fora.

Após assistir a mais um vídeo do Raul Sena — sujeito sensato e um raro alento no deserto de influenciadores econômicos —, resolvi seguir uma de suas sugestões e comprei ações da farmacêutica Regeneron. Vai que a próxima pandemia rende dividendos, não é mesmo?

O total de dinheiros novos aportados foi de R$15.275,54. Sim, eu também me impressiono com minha disciplina financeira.

Sigo firme rumo à tão sonhada liberdade financeira — aquele dia glorioso em que poderei dizer adeus ao despertador, ao crachá. Que esse dia chegue logo. E que chegue rendendo acima do CDI, amém.


Vida Pessoal

Nada mudou — o tempo segue girando com a precisão impessoal de um relógio suíço. Mas há novidades no horizonte: estou planejando uma viagem com a inigualável Srta. Beleza e, em breve, entrarei em um período de merecidas férias.

Tirei algumas folgas do trabalho.

No campo das reflexões (aquelas que surgem quando a gente finalmente tem tempo para pensar), ando mergulhado em questões existenciais e, claro, nos clássicos desejos carnais que todo ser minimamente honesto carrega. Não sei vocês, mas de tempos em tempos desenvolvo uma preferência específica. Neste momento, minha inclinação estética e hormonal está claramente voltada para as loiras — talvez uma influência genética, talvez apenas um reflexo da crise civilizatória. Vai saber.

Mas como a vida adulta exige freios morais e contratos não verbais, sigo firme no adestramento diário do meu mangusto interior — aquele impulso primitivo que, se deixado solto, trocaria o jardim por um tour completo na savana.

Enfim, é isso, senhores.

sexta-feira, 27 de junho de 2025

A nova revolução: Inteligência artificial.

Passamos por duas grandes revoluções: a Revolução Industrial e a Era da Internet.

Quem nasceu na década de 1980 certamente se lembra de como era a vida sem internet, sem sites, e de como tudo isso surgiu como uma enorme novidade nos anos 1990. Quem nunca usou o Humortadela ou o bate-papo do UOL para conhecer pessoas?

Essas grandes transformações sempre vieram acompanhadas de muito receio. Na Revolução Industrial, o medo era de que máquinas substituíssem trabalhadores. Na era digital, falava-se em desburocratização e em uma gestão mais eficiente. Agora, nesta nova revolução liderada pela inteligência artificial, quem trabalha com o intelecto está apreensivo — e eu me incluo nesse grupo.

A IA já é capaz de gerar vídeos impressionantes — quem viu os vídeos da “Marisa Maiô” sabe do que estou falando. Confesso que, no início, achei que fosse real. Se a IA consegue criar vídeos e imagens tão convincentes, codificar — que envolve apenas texto estruturado — torna-se um desafio ainda mais simples para ela.

Atualmente, no meu trabalho, já estamos implementando soluções baseadas em inteligência artificial que escrevem código a partir de funcionalidades existentes. Estou, inclusive, desenvolvendo um sistema de testes quase inteiramente com IA. Raras são as vezes em que preciso interferir manualmente no código.

Ao que tudo indica, os profissionais com funções operacionais ou braçais talvez sejam os únicos com algum tipo de estabilidade — ao menos até que os robôs humanoides, como os da Tesla, entrem de vez no mercado. Aliás, os robôs já dançam, o que é no mínimo curioso.

Por outro lado, juízes, parlamentares e outros profissionais ligados ao sistema institucional talvez estejam protegidos, não pela natureza do trabalho, mas sim pela estrutura do Estado. No caso da Justiça, uma IA com revisão humana talvez trouxesse um sistema mais justo e imparcial — afinal, ela não teria interesses políticos.

Inclusive, já estou utilizando IA para me auxiliar na escrita dos meus textos. Eles podem soar um pouco artificiais, é verdade, mas gosto do resultado final, especialmente pela correção gramatical e clareza. As imagens dos últimos posts que publiquei também foram geradas por inteligência artificial. Meus próximos passos? Pretendo lançar o “Podcast do Malucão”, para os fechamentos mensais e outras novidades interessantes. Vamos ver se consigo tirar isso do papel.

Resumindo: na área de tecnologia da informação, os desenvolvedores estão bastante inseguros com o que vem por aí. Não acredito que a substituição será total, mas certamente haverá uma grande sobra de mão de obra — e, com isso, é provável que os altos salários comecem a cair. A entrada de novos profissionais também deverá ser impactada, já que a demanda tende a diminuir com o aumento da automação.

Um conselho final para os solteiros: aproveitem a IA a seu favor. Ela pode ajudar a criar uma boa descrição para o Tinder, melhorar suas fotos (inclusive te colocar ao lado de uma Ferrari, se quiser), e até responder mensagens. Basta colar o que a pessoa escreveu e deixar o ChatGPT criar uma resposta criativa para você.



segunda-feira, 9 de junho de 2025

Como ser um homem de valor.

A real, meu amigo (ou minha amiga), é que o mundo não é complicado. A gente que tem um dom maravilhoso de pegar algo simples e transformar num caos emocional, existencial e financeiro.

Quer entender como a vida funciona? É só olhar ao redor. Na selva, quem manda é o mais forte. No mercado, é quem tem dinheiro. Na mesa do bar, é quem tem mais histórias boas (ou quem paga a rodada, claro). A regra é clara: quem tem mais, manda mais.



👉 Um cara forte, treinado, parrudo, vai ter mais vantagem na porrada do que aquele tio que vive de Doritos e Netflix.
👉 Um cara com grana manda mais que quem tá com o nome sujo no Serasa.
👉 E quem tem cérebro afiado, cultura, papo bom, também atropela quem acha que a capital da França é Buenos Aires.

Agora segura essa: e quem ganha? O rico ou o forte? Depende do ringue. No banco, o rico. No octógono, o forte. Na vida... ganha quem souber jogar.

E é disso que esse texto fala: do jogo. E da regra mais importante dele — ou você tem valor, ou vira Pokémon dos outros.

Antes de você começar a sonhar acordado com aquele combo de mulher top nível, padrão Instagram, ou com aquele mozão nota mil, se faz uma perguntinha básica no espelho:

👉 Quem é você na fila do pão?

  • Seu corpo é top, médio ou tá no modo "precisa urgente de manutenção"?

  • Sua conta bancária faz barulho ou é só o eco do vazio?

  • Você consegue trocar ideia sobre qualquer coisa ou seu papo morre no “e aí, tudo bem”?

  • Mora sozinho ou sua mãe ainda te pergunta se quer ovo frito?

  • Tem filhos? (não julgo, mas conta no jogo)

  • Você é aquele cara divertido da roda ou o primo chato que todo mundo evita no churrasco?

Faz essa análise sincera. Porque, meu chapa, não tem coach que mude a realidade: valor atrai, falta dele afasta.

Aceita essa verdade amarga: mulher bonita, só de existir, já tá valendo ouro. O mercado é inflacionado, cruel e completamente desbalanceado.

E não adianta fingir que não é assim. Você vê um cara todo desengonçado, sem graça, que nunca viu uma mulher gata de perto… Quando finalmente consegue, ele vira um verdadeiro capacho de luxo. Faz tudo. Vira Uber, iFood, personal stylist, terapeuta, paga Pix e ainda acha que tá arrasando.

E calma, que o plot twist também existe:
👉 Sabe aquela tia 50+ que descolou um boy novinho, saradão e cheio de energia? Você acha que ela vai largar fácil? Jamais. Porque ela sabe que achar outro igual é mais difícil que achar nota de 200 reais em circulação.

Sabe aquele gordo que conseguiu uma mina nível deusa do Olimpo? Ele vira escravo emocional instantaneamente. Porque no fundo, ele sabe que se ela sumir, ele volta pro modo hard da vida: punheta, pizza e Netflix.

Quando Você Percebe Que Virou o Cadelinha

E é aqui que o terror começa:
Se você acha que tá num relacionamento, mas não pode mais sair, não pode mais ver seus amigos, não pode nem rir de um meme sem pedir autorização... parabéns, você não tem uma namorada. Tem uma síndica da sua vida.

Falo com propriedade. Já estive lá. Já fui aquele trouxa que trocou rolê, show, amigo e até minha dignidade por migalhas emocionais. E quer saber? Humilhação total. E o pior? Tenho amigo repetindo o mesmo roteiro: mal começou a namorar e já virou funcionário da firma “Meu Amor LTDA”. O cara parou de sair, de jogar, de viver.

Teve até o dia que fui pra um festival, o brother falou que ia também… Chegou lá? O cara parecia que tava sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. A namorada dele olhava pra mim como se eu fosse tráfico, sequestro e estelionato, tudo junto. O maluco nem podia ficar a dois metros de mim. Patético.

Moral da História (Que Dói, Mas Te Salva)

👉 Ou você sobe seu valor — físico, financeiro, intelectual e social — ou você vai passar o resto da vida aceitando migalha, pedindo permissão pra existir e vivendo no modo “cadelinha de luxo”.

E aqui não tem papo de “ai, que horror, que superficialidade”. A vida é assim. Você querendo ou não. O mercado não é justo. Nunca foi.

👉 Quer ser livre? Quer ser dono da sua vida? Então para de ser pangaré emocional.
👉 Investe em você. Cuida do teu corpo. Melhora tua mente. Faz teu dinheiro. Aprende a ser interessante.
👉 E principalmente: para de ser tapete. Tapete só serve pra limpar pé.

Ah, e antes que venham os comentários revoltados:
Esse texto vale pra homem, mulher, cachorro, gato, papagaio e até aquele primo chato do churrasco.

Se doeu? Ótimo. Dor é sinal que tá na hora de mudar.

PS. Mais uma vez o ChatGPT me ajudando e muito no texto. Agora sou um escritor quase profissional hahahahahha

quinta-feira, 5 de junho de 2025

Fechamento de Maio de 2025 R$ 724.831,09 ou R$ +24.166,09 ou +3,45%

 Fala nobre senhores deste humilde e resistente blog. 

Não aguento mais pagar impostos nesse país mas estou driblando tudo e todos. Meu dinheiro todo está ficando no exterior. Tenho medo? Tenho. Sinceramente, não sei como o empresariado do BR consegue viver, ou nós, meros filhos da Bananalândia.

Vida Financeira

Aporte gordo esse mês no valor de R$16.653,00 reais. 75% em Renda Fixa e TD. 25% em ações na gringa.

Recebi um pouco mais de 2k em dividendos e aluguéis. É o dinheiro dando herdeiros. Tudo reinvestido.



Graças aos juros alto, minha carteira está quase equilibrada novamente. A minha regra mágica de ter 35%RF e 65%RV está quase lá. 

Vida Pessoal

Minha vida está… Ok. Nada de emocionante, nada de trágico, nada de épico. Trabalho? Ok. Saúde? Ok. Relacionamento? Aquele clássico "tá indo", também conhecido como Ok.
Só que, claro, a vida nunca deixa barato. Minha namorada começou com aquele papo fofo, sutil, quase imperceptível, do tipo “e se a gente casasse?”. E eu aqui, olhando pro teto, me perguntando se eu realmente quero continuar namorando, ou se era só pra ver até onde ia antes de virar estatística de relacionamento falido.
O drama? Simples. Quando tô sozinho, é uma paz, uma coisa linda. O silêncio? Melodia. A liberdade? Orgásmica. Sabe aquele prazer de andar pelado na sala, falar sozinho, cagar de porta aberta? Isso, isso é amor. Por mim mesmo. Agora, quando tô com ela... também é legal. Só que aí volta o bug mental: “Por que caralhos eu sou assim?”.
E antes que alguém ache que é sobre querer voltar pra vida da putaria… Não, nem é isso. A real é que depois que você mora sozinho, descobre um amor profundo e verdadeiro por… você mesmo. A questão é outra: depois que você experimenta o luxo supremo de ter paz, qualquer ameaça de perder isso ativa o modo alerta do cérebro, igual aquele Windows bugado: "Tem certeza que deseja continuar?"

Mas calma, piora. Tem o show de horrores que virou a vida do meu pai. O homem tá no segundo terceiro casamento há 20 anos — que, sejamos honestos, dura só no CPF, porque no dia a dia eles tão no modo “colegas que se odeiam em silêncio”. Não se falam há MESES. Um clima tão romântico que se botar uma vela na sala, ela apaga sozinha de desgosto.

E agora vem a obra-prima da burrice masculina: o cara construiu uma mansão, adivinha onde? Na mesma rua da atual casa. Sim, isso mesmo. Porque, aparentemente, o masoquismo corre no sangue da família. Tá mudando pra lá e tentando alugar a casa antiga. Só que quem disse que a esposa deixou? Já negou três vezes, porque quer transformar a casa num ponto comercial. Paz? Não, aqui trabalhamos com tortura psicológica passivo-agressiva em tempo integral.

E o plot final dessa desgraça digna de série da HBO? Meu velho, esse visionário do amor, casou no modo Comunhão Universal de Bens. Ou seja: se separar agora é basicamente doar metade de tudo, de brinde, pra mulher que ele não suporta mais. E ele me vem com a seguinte pérola: “Tá horrível, mas não quero me separar porque vou perder meu dinheiro.”

Aí eu olhei bem nos olhos dele, respirei fundo e, com toda a diplomacia que me resta, soltei: “Pai, quando você sugeriu Separação Total de Bens e ela te respondeu ‘não’... aquilo foi o universo te gritando ‘CORRE, DESGRAÇA’. Mas você achou que era amor. Era só prenúncio do inferno.”

No fim das contas, a vida adulta é isso: um PowerPoint infinito de escolhas de merda, com trilha sonora de ansiedade e aquele medo constante de estar vivendo no modo errado — mas pagando pra ver. 

Medo.. o corpo da modelo está muito igual o corpo da minha namorada.